Interview with professor Alisolete Weingartner. The teacher received us at her apartment, in Campo Grande, to grant the interview below. In an extremely pleasant conversation of about an hour, she stressed that the historian must "know her place, feel belonging" to the community and "see" what others do not see. Aware of the lack of archives and documentation centers in the state, the researcher talked about influences and approached the book she will soon launch. Entitled “Mato Grosso do Sul: the construction of a State” and scheduled to be published in 2017, the work is aimed at a broader audience, as it was written without the intention of “producing a doctoral thesis” or “scientific work for a few illuminated ”.
Entrevista com a professora Alisolete Weingartner. A professora nos recebeu em seu apartamento, em Campo Grande, para conceder a entrevista abaixo. Numa conversa extremamente agradável de aproximadamente uma hora, ressaltou que o historiador deve “conhecer o seu lugar, se sentir pertencente” a comunidade e “enxergar” o que os outros não vêem. Ciente da carência de arquivos e centros de documentação no Estado, a pesquisadora conversou sobre influências e abordou o livro que lançará em breve. Intitulado “Mato Grosso do Sul: a construção de um Estado” e com previsão para ser publicado em 2017, o trabalho visa um público mais amplo, pois foi redigido sem a pretensão de “produzir uma tese de doutorado” ou “trabalho científico para poucos iluminados”.
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