Brasil
o presente artigo busca analisar as disputas de memória sobre a Ditadura Militar chinela no período pós-ditadura a partir de um estudo sobre a marcha de rememoração do onze de setembro na cidade de Santiago. Neste dia, diversos grupos sociais expressam pela cidade suas formas de lembrar do golpe, ressignificando espaços e construções memoriais. Analisaremos o sentido a marcha que acontece no centro da cidade, que vai do palácio presidencial até o cemitério de Santiago, e os lugares de memória pelos quais ela passa.
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