Virtualmente.revista facultad estud.ambient.virtuales O presente texto é uma adaptação para publicação de uma teleconferência proferida no dia 30 de maio de 2014, para professores e estudantes da Universidade EAN em Bogotá. Trechos muito pequenos da conferência, que eram mais uma incitação ao debate, foram excluídos e outros incluídos, para dar mais sustentação aos argumentos. Para manter a maior fidelidade possível à conferência, mantive a redação na primeira pessoa, como foi feito no dia 30 de maio. O texto inicia com uma declaração que certamente provocará alguma polêmica entre os estudiosos do assunto: as expressões “Gestão do Conhecimento Organizacional” e “Gestão do Conhecimento” implicam duas falácias - o conhecimento não pode ser administrado ou, se preferirem, gerenciado.
E isso é válido tanto em uma empresa quanto em uma escola ou no nível individual. Paradoxalmente, pode ser trans-mitido, com algumas restrições. Para evidenciar as duas declarações, é apresentado um modelo de criação, externalização e socialização do conhecimento e introduzido o conceito de filtros cognitivos. O texto encerra com a exploração de um exemplo de filtro cognitivo - a memória - e um método utilizado para aprimorá-la: o método de Loci. É, também, um aprofundamento de conferências anteriores, proferida no II Congresso Virtual Mundial de e-Learning.
Virtualmente.revista facultad estud.ambient.virtuales Il s’agit d’un texte extrait d'une téléconférence réalisée le 30 mai 2014 pour les enseignants et étudiants de l’université EAN de Bogotá. Certains courts extraits de la conférence, qui était par ailleurs plus une incitation au débat qu’une véritable conférence formelle, ont été éliminés pour donner plus de poids aux principaux arguments du débat. Avec pour objectif de rester le plus fidèle possible aux propos de la conférence, une écriture à la première personne a été privilégiée. L’article commence en outre par une déclaration qui provoquera à coup sûr une controverse parmi les spécialistes du sujet : les expressions « Gestion des connaissances organisationnelles » et « Gestion des connaissances » impliquent deux erreurs : les connaissances ne peuvent en effet pas être gérées. Et cela est également vrai pour une entreprise, une école ou un individu.
Paradoxalement, la gestion des connaissances peut être transmise, malgré certaines restrictions. Pour mettre en évidence les deux déclarations précédentes, nous présenterons un modèle de création, d'externalisation et de partage des connaissances et introduirons le concept de « filtres cognitifs ». L’article se termine en donnant un exemple d’exploitation des filtres cognitifs - la mémoire - et une méthode pour l'améliorer : la méthode des Loci. Enfin, l’article approfondit une conférence précédente ayant eu lieu lors du Deuxième Congrès International de l’Enseignement Virtuel.
Virtualmente.revista Virtualmente.revista facultad estud.ambient.virtuales O presente texto é uma adaptação para publicação de uma teleconferência proferida no dia 30 de maio de 2014, para professores e estudantes da Universidade EAN em Bogotá. Trechos muito pequenos da conferência, que eram mais uma incitação ao debate, foram excluídos e outros incluídos, para dar mais sustentação aos argumentos. Para manter a maior fidelidade possível à conferência, mantive a redação na primeira pessoa, como foi feito no dia 30 de maio. O texto inicia com uma declaração que certamente provocará alguma polêmica entre os estudiosos do assunto: as expressões “Gestão do Conhecimento Organizacional” e “Gestão do Conhecimento” implicam duas falácias - o conhecimento não pode ser administrado ou, se preferirem, gerenciado.
E isso é válido tanto em uma empresa quanto em uma escola ou no nível individual. Paradoxalmente, pode ser trans-mitido, com algumas restrições. Para evidenciar as duas declarações, é apresentado um modelo de criação, externalização e socialização do conhecimento e introduzido o conceito de filtros cognitivos. O texto encerra com a exploração de um exemplo de filtro cognitivo - a memória - e um método utilizado para aprimorá-la: o método de Loci. É, também, um aprofundamento de conferências anteriores, proferida no II Congresso Virtual Mundial de e-Learning.
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Virtualmente.revista facultad estud.ambient.virtuales This text is an adaptation for publication of a teleconference issued on May 30, 2014, for teachers and students of the Universi-dad EAN in Bogota. Very small snippets of the conference, which was more an incitement to debate, were excluded and others included, to give more support to the arguments. To maintain the highest possible fidelity to the conference, I kept writing in the first person, as was done in May 30. The text begins with a statement that will surely cause some controversy among scholars of the subject: the “Organizational Knowledge Management” and “Knowledge Management” expressions involve two fallacies - knowledge can not be managed. And that is as true for a company as for a school or individual level. Paradoxically, it may be transmitted, with some restrictions. To highlight the two statements is presented a model of creation, outsourcing and knowledge socialization and introduced the concept of cognitive filters. The text concludes with an example of the exploitation of cognitive filters - the memory - and a method to improve it: the Method of Loci. It is also a deepening of previous conference, delivered at the Second World Congress of Virtual e-Learning.
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