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The cracks, bumps, and dents of ‘culture collecting’: Examples from the study of South American (fire) fans

    1. [1] Leiden University, The Netherlands
  • Localización: Indiana, ISSN-e 2365-2225, ISSN 0341-8642, Vol. 37, Nº. 2, 2020, págs. 121-146
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • As rachaduras, solavancos e amolgadelas da ‘coleta de cultura’:: exemplos do estudo dos abanos (para fogo) sul-americanos
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Ethnography, a means of representing the culture of a people graphically and in writing, as well as ethnographic museums, institutions devoted to conserving, contextualizing, and displaying indigenous heritage for wider audiences, strive to portray cultures adequately and on their own terms. However, given that the ethnographic enterprise has virtually always been carried out by and within non-indigenous scientific structures, its products are at a high risk of being tinged by the Western lens, in particular Western scientific theory and practice. This article focuses on the ethnographic record of South American fire fans – defined by ethnographers as tools for fanning cooking fires – to demonstrate how such biases can be removed by taking stock of the entirety of the relevant ethnographic heritage and analyzing it through the prism of the documented practices in which such objects are enmeshed, including the very practice of ethnography. In the light of such practices, the ethnographic record of fire fans deconstructs into a corpus of historical documents revealing the momentary, yet meaningful, technological choices made by the indigenous craftsmen who produced the objects and exposing Western categories, Kulturkreise mentality, and culture-area schemata imposed on them.

    • português

      A etnografia, enquanto meio de representar a cultura de um povo graficamente e por escrito, bem como os museus etnográficos, instituições dedicadas a conservar, contextualizar e exibir o patrimônio indígena para um público mais amplo, se esforçam para retratar as culturas de forma adequada e em seus próprios termos. No entanto, dado que o fazer etnográfico quase sempre foi realizado por e dentro de estruturas científicas não indígenas, seus produtos correm o risco de serem tingidos pelas lentes ocidentais, em particular pela teoria e prática científicas ocidentais. Este artigo trata do registro etnográfico de abanos para fogo sul-americanos – definidos por etnógrafos como instrumentos para abanar fogueiras – para demonstrar como tais preconceitos podem ser removidos fazendo um balanço da totalidade do patrimônio etnográfico relevante e analisando-o através do prisma das práticas nas quais tais objetos estão enredados, incluindo a própria prática etnográfica. À luz de tais práticas, o registro etnográfico dos abanos para fogo se desconstrói em um corpus de documentos históricos revelando as escolhas tecnológicas momentâneas, mas significativas, feitas pelos artesãos indígenas que produziram os objetos e expondo as categorias ocidentais, a mentalidade Kulturkreise e os esquemas de tipo ‘áreas culturais’ impostos sobre eles.


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