O artigo aborda a dinâmica dos saberes produzidos e mobilizados profissionalmente por trabalhadores. Para o exercício de reflexão aqui proposto, são mobilizadas as proposições marxistas e ergológicas, considerando-se que esses referenciais contribuem de maneira significativa para a compreensão de questões envolvidas na relação estabelecida entre o homem e o trabalho, a qual possibilita a produção e a mobilização de saberes. As discussões procuram evidenciar que, embora existam outros espaços de aprendizagem, o trabalho é um lócus privilegiado no que se refere à produção e à mobilização de saberes. Com efeito, entende-se que o fazer é sempre interatuado, sendo essa uma característica que marca o mundo laboral.
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