Argentina
Este trabajo surge de mi práctica profesional como docente en escuelas medias de barrios vulnerados de la zona sur de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires. En este artículo, me centraré en la relación entre la educación de nivel medio en adolescentes de contextos vulnerados y ciertos procesos específicos de violencia y exclusión, tales como la “muerte lenta” y la “necropolítica”. La hipótesis que presentaré es que, en determinados contextos, el sistema educativo alienta y (re)produce políticas de muerte que exponen a estas identidades masculinas a un mayor riesgo. Sostendré, además, que esto tiene su correlato en la construcción de identidades. Finalmente, plantearé que las pedagogías críticas y queer pueden ofrecer herramientas de resistencia y de transformación.
This work is grounded in my professional practice as a teacher in middle schools in vulnerable neighborhoods in the southern part of the city of Buenos Aires. In this article I will focus on the relationship between middleschool education for teenagers from vulnerable contexts and specific processes of violence and exclusion such as "slow death" and "necropolitics". The hypothesis I will present is that in certain contexts, the educational system encourages and (re)produces a politics of death that exposes these male identities to greater risk. I will also contend that this has its correlation in the construction of identities. Finally, I will suggest that critical and queer pedagogies can provide tools for resistance and transformation.
Este trabalho surge de minha prática profissional como professora em escolas de ensino médio, em bairros vulneráveis, na zona sul da cidade de Buenos Aires. Neste artigo, focalizona relação entre a educação de nível médio em adolescentes de contextos vulneráveis e determinados processos específicos de violência e exclusão, tais como a "morte lenta" e a "necropolítica". A hipótese apresentada é que, em determinados contextos, o sistema educacional incentiva e (re)produz políticas de morte que expõem as identidades masculinas em risco ainda maior. Também afirmo que este fenômeno tem sua correlação na construção das identidades. Finalmente, proponho que as pedagogias críticas e queer podem fornecer ferramentas para a resistência e a transformação.
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