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Indústria da espionagem: ponte comercial ou obstáculo à paz?

  • Autores: Arthur Marques Silva, Frederico Bonaldo
  • Localización: Quaestio Iuris, ISSN-e 1516-0351, Vol. 12, Nº. 2, 2019, págs. 691-705
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O presente artigo visa trazer à tona a questão da indústria da espionagem em uma perspectiva filosófica e antropológica decorrente de paradoxal diferença havida entre seus objetivos. Com efeito, a relação simbiótica existente entre os Estados e a indústria de espionagem se assemelha, em muito, àquela retratada por Mary Shelley em sua obra clássica Frankenstein. Isto porque, embora esta tenha sido criada e prosperado como um produto precioso dos Estados, atualmente vem se desvencilhando de seu senhor e agindo, muitas vezes, contrariamente aos interesses daqueles que a nutriram. Chega-se, então, a um paradoxo: de um lado as relações comerciais são aptas a manter a paz, porém, sob outro prisma, a atuação da indústria da espionagem é intrinsecamente impeditiva das relações baseadas na boa-fé entre os Estados, o que, como consequência, funcionaria como fator impeditivo do alcance da paz perpétua.


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