Gesto: memoria de un cuerpo en oscuridad es un performance art que nace de esa exploración constante entre el adentro y el afuera, entre la identidad y el N. N., entre los miedos y las liberaciones, pero siempre cavilando en la incesante pregunta sobre la existencia (yo soy), al mismo tiempo que se está experimentando el aquí y el ahora. Se trata de una muestra artística relacionada con el estudio del proceso personal emocional, afectivo y creativo-discursivo (autoinvestigación), mediante los lenguajes corpóreos escénicos, filosóficos y plásticos propios de la danza butoh. Como investi-gadora, parto de las constantes incomodidades que promueve lo desconocido ante nuestro cuerpo/psiquis en relación con la vida, desarrollándolos por medio de labo-ratorios de indagación, experimentación y experiencias de epistemología corporal y entrenamiento técnico propio de la estética butohka, para ofrendar un performance art como muestra y resultado final. Durante el proceso, al llevar a cabo un diario de campo de registro en torno al autoestudio y al presentar el performance art a los asistentes, se retroalimentan múltiples visiones del yo soy, proyectados y reflejados en los otros, se despliegan concepciones comunes de identidad y de hallazgos pro-pios alrededor de la primera infancia. Dentro de los procesos del desarrollo huma-no, es importante hacer consciencia de la existencia propia mediante el cuerpo, las emociones, gestar espacios que retroalimenten la memoria colectiva e indagar esos procesos de sanación colectivos que permitan transformar las vivencias propias en torno al arte comunitario en la cultura y los territorios
Gesture: Memory of a Body in Darkness is a performance art that is born from that constant exploration between the inside and the outside, between the identity and the N. N., between the fears and liberations, but always pondering on the incessant question about existence (I am), at the same time that the here and now are being experienced. This is an artistic exhibition related to the study of the personal emotional, affective and creative-discursive process (self-research), through the corporeal scenic, philosophical and plastic languages that are typical of butoh dance. As a researcher, I start from the constant discomfort that promotes the unknown before our body/psyche in relation to life, developing them through laboratories of investigation, experimentation and experiences of body epistemo-logy and technical training typical of butohka aesthetics, to offer a performance art as a sample and final result. During the process, by keeping a field journal of self-study and by presenting the performance art to the audience, feedback is given to multiple visions of the I am, projected and reflected in the others, common conceptions of identity and own findings around early childhood are deployed. Within the processes of human development, it is important to become aware of one’s own existence through the body and the emotions, to create spaces that give feedback to collective memory, and to investigate those collective healing proces-ses that allow the transformation of one’s own experiences around community art in culture and territories
Gesto: memória de um corpo na escuridão é uma performance art que nasce dessa exploração constante entre o interior e o exterior, entre a identidade e o NN (des-conhecido), entre os medos e as liberações, mas sempre ponderando a incessante questão da existência (eu sou), ao mesmo tempo que o aqui e agora estão sendo vivi-dos. Trata-se de uma exposição artística relacionada ao estudo do processo pessoal emocional, afetivo e criativo-discursivo (auto-investigação), por meio de linguagens corporais cênicas, filosóficas e plásticas próprias da dança butoh. Como pesquisa-dora, parto dos constantes desconfortos que o desconhecido promove diante de nosso corpo/psique em relação à vida, desenvolvendo-os através de laboratórios de indagação, experimentação e vivências de epistemologia corporal e formação técnica típica da estética butohka, para oferecer uma performance art como amostra e resultado final. Durante o processo, ao realizar um diário de campo de registro em torno do autoestudo e ao apresentar a performance art aos assistentes, são retroa-limentadas múltiplas visões do eu sou, projetados e refletidos nos outros, se desdo-bram concepções comuns de identidade e descobertas próprias ao redor da primeira infância. Dentro dos processos de desenvolvimento humano, é importante tomar consciência da própria existência através do corpo, das emoções, suscitar espaços que façam retroalimentação à memória coletiva e pesquisar aqueles processos de cura coletiva que permitem transformar as próprias experiências em torno da arte comunitária na cultura e nos territórios.
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