Resumo O presente artigo tem como objetivo a análise da relação entre imanência e método para Espinosa. Para tal, partimos das críticas de Hegel a Espinosa, em que o método geométrico é marcado por sua externalidade, formalidade e insuficiência para, em seguida, nos contrapormos a tal leitura. Fazemos isso a partir das críticas de Espinosa à análise cartesiana e à síntese aristotélica presentes no Tractatus de Intellectus Emendatione.
This article aims to analyze the relationship between immanence and method for Spinoza. To this, we start from Hegel’s criticism of Spinoza, in which the geometric method is marked by its externality, formality and insufficiency to, then, oppose such reading. We do this based on Spinoza’s criticisms of Cartesian analysis and Aristotelian synthesis present in the Tractatus de Intellectus Emendatione.
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