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Introducción: las enfermedades periodontales (EP) consisten en patologías altamente prevalentes asociadas con la acumulación de biopelículas bacterianas y que, en su nivel más avanzado, pueden conducir a la pérdida de dientes. La biopelícula bacteriana es el principal factor etiológico de la EP, ya que estimula la respuesta inflamatoria del huésped, cuya exacerbación se ha asociado con la progresión de la gingivitis a periodontitis. Las herramientas farmacológicas capaces de interferir potencialmente con el crecimiento de bacterias y modular la inflamación han sido objetivos de estudios científicos en las últimas décadas, con el objetivo de reducir las secuelas de la periodontitis. En este contexto, destaca el uso de plantas medicinales, como Punica granatum L., conocida popularmente como granada. Objetivo: Revisar la literatura sobre los potenciales antimicrobianos y antiinflamatorios de la granada en las EP. Métodos: se consultaron las bases de datos Pubmed y Scielo en diciembre de 2019, seleccionando artículos de los últimos 10 años, con las siguientes palabras clave: enfermedad periodontal, farmacología, fitoterapia y granada. Resultados: se seleccionaron 9 estudios preclínicos y clínicos asociados con este tema. Entre estos, aunque en 2 estudios la granada no previno la formación de placa bacteriana y / o inflamación de los tejidos periodontales, 7 estudios demostraron que el extracto de granada actuaba contra microorganismos en la placa dental, mostrando un efecto antibacteriano en algunos patógenos, como Streptococcus mutans, y mejoró los signos clínicos inflamatorios de la EP. Conclusión: Por lo tanto, aunque se necesitan más informes científicos, la granada parece tener un efecto potencial para el tratamiento complementario de la EP, que se asocia con sus acciones antimicrobianas y / o antiinflamatorias.
Introduction: Periodontal diseases (PDs) consist of highly prevalent pathologies associated with the accumulation of bacterial biofilm and which, at its most advanced level, can lead to tooth loss. Bacterial biofilm is the main etiological factor of PD, as it stimulates the host’s inflammatory response, whose exacerbation has been associated with the progression of gingivitis to periodontitis. Pharmacological tools capable of potentially interfering with the growth of bacteria and modulating inflammation have been targets of scientific studies in recent decades, aiming to reduce the sequelae of periodontitis. In this context, the use of medicinal plants, such as Punica granatum L., popularly known as pomegranate, stands out. Objective: To review the literature on the pomegranate’s antimicrobial and antiinflammatory potentials in PDs. Methods: Pubmed and Scielo databases were consulted in December 2019, selecting articles from the last 10 years, with the following keywords: Periodontal disease, Pharmacology, Phytotherapy and Pomegranate. Results: 9 pre-clinical and clinical studies associated with this topic were selected. Among these, although in 2 studies the pomegranate did not prevent the formation of bacterial plaque and / or inflammation of periodontal tissues, 7 studies demonstrated that the pomegranate extract acted against microorganisms in the dental plaque, showing antibacterial effect on some pathogens, such as Streptococcus mutans, and improved the inflammatory clinical signs of PD. Conclusion: Thus, even though more scientific reports are needed, the pomegranate seems to have a potential effect for adjunctive treatment of PD, which is associated with its antimicrobial and / or anti-inflammatory actions.
Introdução: As doenças periodontais (DPs) consistem em patologias de alta prevalência associadas ao acúmulo de biofilme bacteriano e que, em seu nível mais avançado, pode levar à perda dentária. O biofilme bacteriano é o principal fator etiológico da DP, pois estimula a resposta inflamatória do hospedeiro, cuja exacerbação tem sido associada à progressão da gengivite para periodontite. Ferramentas farmacológicas capazes de interferirem potencialmente com o crescimento de bactérias e de modular a inflamação têm sido alvos de estudos científicos nas últimas décadas, visando reduzir as sequelas da periodontite. Neste contexto, destaca-se o uso de plantas medicinais, tais como a Punica granatum L., popularmente conhecida como romã. Objetivo: Revisar a literatura sobre os potenciais antimicrobiano e anti-inflamatório da romã nas DPs. Métodos: Foram consultadas as bases de dados Pubmed e Scielo em dezembro de 2019, selecionando-se artigos dos últimos 10 anos, com as seguintes palavras-chaves:
Doença periodontal, Farmacologia, Fitoterapia e Romã. Resultados: Foram selecionados 9 estudos pré-clínicos e clínicos associados a este tema em questão. Dentre estes, embora em 2 estudos a romã não tenha prevenido a formação da placa bacteriana e/ou a inflamação de tecidos periodontais, 7 estudos demonstraram que o extrato da romã agiu contra micro-organismos da placa dental, apresentando efeito antibacteriano sobre alguns patógenos, como o Streptococcus mutans, e melhorou os sinais clínicos inflamatórios das DPs. Conclusão: Assim, ainda que mais relatos científicos sejam necessários, a romã parece apresentar efeito potencial para tratamento coadjuvante das DPs, sendo este associado às suas ações antimicrobiana e/ou anti-inflamatória.
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