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AIDS e identidade em "O tribunal da quinta-feira"

    1. [1] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: Anuário de literatura: Publicaçao do Curso de Pós-Graduaçao em Letras, Literatura Brasileira e Teoria Literária, ISSN 1414-5235, Vol. 25, Nº 1, 2020, págs. 145-157
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Aids and identity in "O tribunal da quinta-feira"
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article presents an analysis of Michel Laub's O tribunal da quinta-feira, published in 2016, in order to understand how the narrator (and protagonist) tells his own story, how it is intertwined with the very history of AIDS in Brazil and what his personal relationships tell us about his identity as a cisheterosexual man. The narrator José Victor's account evokes a kind of “AIDS genealogy” as a way of giving meaning to his life experiences, especially sexual ones. Despite being critical of the stigmatization of people infected with HIV and homophobia, José does not spare women around misogynistic discourses disguised as sense of humor. In addition, issues such as heteronormativity, disciplinary society and pornography are in focus. To think about the questions brought by this narrative, the following authors were mainly used: Perlongher (1987), Bourdieu (1996), Foucault (1999), Sontag (2007) and Rich (2010).

    • português

      Este artigo apresenta uma análise da obra O tribunal da quinta-feira, de Michel Laub, publicada em 2016, com o intuito de perceber como o narrador (e protagonista) conta a sua própria história, como ela está imbricada com a própria história da AIDS no Brasil e o que as suas relações pessoais nos dizem sobre a sua identidade como homem cisheterossexual. O relato do narrador José Victor evoca uma espécie de “genealogia da AIDS” como forma de dar sentido às suas experiências de vida, em especial as sexuais. Apesar de crítico em relação à estigmatização das pessoas infectadas com o HIV e à homofobia, José não poupa as mulheres em seu entorno de discursos misóginos, disfarçados de senso de humor. Além disso, estão em foco questões como a heteronormatividade, a sociedade disciplinar e a pornografia. Para pensar as questões trazidas por essa narrativa foram utilizados principalmente os seguintes autores: Perlongher (1987), Bourdieu (1996), Foucault (1999), Sontag (2007) e Rich (2010).


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