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Tecendo palavras com (desa) fios, resiliências e resistências: reflexões de uma mulher negra e docente acadêmica

    1. [1] Universidade Federal do Oeste da Bahia

      Universidade Federal do Oeste da Bahia

      Brasil

  • Localización: Estudios de Filosofía Práctica e Historia de las ideas, ISSN 1851-9490, ISSN-e 1515-7180, Vol. 22, Nº. 1, 2020
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Weaving words with (un)threads, resiliences and resistances: reflections of a black woman and academic teacher
    • Tejiendo palabras con hilos (desafiantes), resiliencias y resistencias: reflexiones de una mujer negra y docente académica
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Es un ejercicio de escritura en el que busqué, a veces a través de la narración propia, a veces leyendo el escenario sociopolítico brasileño, promover una reflexión sobre mi proceso de descolonización mental, iniciado en el aula de Educación para Jóvenes y Adultos. , en Salvador-Bahía, la ciudad más negra fuera de África. Actualmente, soy un profesor académico, un espacio al que los cuerpos negros de los estudiantes y los profesores todavía tienen poco acceso, a pesar de los avances derivados de las políticas de acción afirmativa. Mis diálogos de texto con autores, como Carolina María de Jesús, Lélia González, Glória Anzaldúa y Conceição Evaristo, mujeres que me ayudaron a tejer palabras, a la cartografía de mis recuerdos y a mi rescate subjetivo como una forma de empoderamiento. Además de estas mujeres, otras voces están presentes aquí y pueden ayudarnos a reflexionar sobre las desigualdades educativas, en sus intersecciones de género, raza y clase social, aún presentes en nuestra vida cotidiana, incluso después de 131 años de la abolición de la esclavitud.

    • português

      Trata-se de um exercício de escrita no qual busquei, ora através da auto-narrativa, ora através da leitura do cenário sociopolítico brasileiro, promover uma reflexão acerca do meu processo de descolonização mental, iniciado na sala de aula da Educação de Jovens e Adultos, em Salvador-Bahia, cidade mais negra fora de África. Atualmente, sou docente acadêmica, espaço ainda pouco acessado pelos corpos negros tanto dos estudantes quanto dos professores, apesar dos avanços advindos das políticas de ação afirmativa. Meu texto dialoga com autoras, a exemplo de Carolina Maria de Jesus, Lélia González, Glória Anzaldúa e Conceição Evaristo, mulheres que me ajudaram na tessitura das palavras, na cartografia de minhas lembranças e no meu resgate subjetivo como forma de empoderamento. Além dessas mulheres, outras vozes aqui se fazem presentes e podem-nos ajudar a refletir acerca das desigualdades educacionais, em suas intersecções de gênero, raça e classe social, ainda presentes em nosso cotidiano, mesmo após 131 anos de abolição da escravatura.

    • English

      This is a writing exercise in which I sought, sometimes through self-narrative, sometimes through reading the Brazilian sociopolitical scenario, to promote a reflection on my process of mental decolonization, started in the Youth and Adult Education classroom. In Salvador-Bahia, the blackest city outside Africa. I am currently an academic teacher, a space still little accessed by the black bodies of both students and teachers, despite the advances that come from affirmative action policies. My text dialogues with authors, such as Carolina Maria de Jesus, Lélia González, Gloria Anzaldúa and Conceição Evaristo, women who helped me in the weaving of words, in the cartography of my memories and in my subjective rescue as a form of empowerment. Besides these women, other voices are present here and can help us to reflect on the educational inequalities, in their intersections of gender, race and social class, still present in our daily lives, even after 131 years of abolition of slavery.


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