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«Hordas asesinas» vs. «heroicos soldados». Representaciones ideológicas en el discurso editorial de El Comercio durante la década posterior al conflicto armado interno peruano

    1. [1] Universidad Nacional Mayor de San Marcos

      Universidad Nacional Mayor de San Marcos

      Perú

  • Localización: Revista Latinoamericana de Estudios del Discurso, ISSN-e 2447-9543, Vol. 20, Nº. 1, 2020, págs. 64-96
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • “Killer hordes” vs. “Heroic soldiers”. Ideological representations in the editorial discourse of El Comercio during the decade after the Peruvian internal conflict
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo analiza las representaciones ideológicas que el diario El Comercio difundió en sus editoriales sobre los principales actores del conflicto armado interno peruano –los Agentes Estatales (militares y policías) y los miembros del PCP-Sendero Luminoso– durante la década posterior a la entrega del Informe Final de la CVR (2003-2013). A partir de la distinción de dos temporalidades representativas en esta primera década de posguerra, se demuestra que los editoriales consolidan una significación contrapuesta, una dicotomía radical entre senderistas y militares. Por un lado, el diario relativiza y silencia el accionar punible de los representantes armados del Estado: policías y militares son calificados como héroes. Se justifican sus crímenes al significarlos como simples excesos, se responsabiliza solo a un reducido grupo de agentes (o a elementos externos a la institución) y se omite frecuentemente su participación en este periodo. Por otro lado, los editoriales absolutizan una caracterización irracional para los miembros senderistas: son significados como seres malvados y perversos. Se enfatizan los crímenes cometidos por esta organización subversiva, culpabilizándola de ser la única responsable (y por momentos la única partícipe) del periodo de violencia y, por ello, negándosele cualquier reconocimiento mínimo de justicia. En síntesis, lo analizado demuestra que se oculta o aminora una realidad a cambio del énfasis de otra.

    • English

      This article describes the representations that the newspaper El Comercio published about the main actors involved in the Peruvian Internal armed conflict –the State Agents (militaries and polices) and the PCP-Shining Path’s members– during the early post-war years. The aim of the investigation was to analyze the ideological mechanisms present in the institutional opinion of this powerful mass media company. In order to this, the study takes the theoretical-methodological approaches proposed from the Critical Discourse Analysis to analyze textually and ideologically the editorials published by El Comercio from August 2003 to August 2013: the decade after the presentation of the Truth and Reconciliation Commission Final Report. On the one hand, the results show that the newspaper relativizes and silences the punishable actions of the police and military: they are qualified as heroes. Their crimes are justified by signifying them as mere excesses, only a small group of agents (or external elements of the institution) are responsible of that, and the military participation in this period is frequently omitted in the newspaper. On the other hand, the findings also reveal that the newspaper absolutizes an irrational characterization for the Shin-ing Path’s members: they are signified as evil and perverse beings. The crimes committed by this subversive organization are emphasized, they are blamed of being the unique responsible (and the only participant) of the period of violence, and the newspaper denies any minimum recognition of justice for theirs. This research concludes that the editorials consolidate a “confronted meaning”, a radical dichotomy between Shining Path’s members and the militaries; also, it shows that a reality is hidden or reduced in exchange for the emphasis of another; therefore, this newspaper legitimizes the hegemonic discourse about the armed actors participating in the Peruvian Internal Conflict: absolute repudiation for some and cover-up praise for others

    • português

      Oswaldo Moisés Bolo Varela: “Hordas asesinas” vs. “Heroicos soldados”. Representaciones...RALED 20(1) | 65RESUMOEste artigo analisa representações do jornal El Comercio sobre os principais atores do conflito armado interno peruano –agentes do Estado (militares e policiais) e membros do PCP-Sendero Luminoso– durante os primeiros anos do pós-guerra. O objetivo da pesquisa foi analisar os meca-nismos ideológicos presentes na opinião institucional desta poderosa empresa de mídia. Para isso, partindo das abordagens teóricas e metodológicas propostas em análise de discurso crítica, foram analisados os editoriais publicados por El Comercio de agosto de 2003 a agosto de 2013: a década após a entrega do Informe final da Comissão da Verdade e Reconciliação. Por um lado, os resultados mostram que o jornal relativiza e silencia as ações puníveis da polícia e dos militares: eles são classificados como heróis. Seus crimes são justificados e significados como excessos simples; apenas um pequeno grupo de agentes (ou elementos fora da instituição) é responsabilizado, e sua parti-cipação nesse período é frequentemente omitida. Por outro lado, as descobertas também revelam que o jornal propõe uma caracterização radicalmente irracional para os membros senderistas: eles são representados como seres malignos. Os crimes que cometeram são enfatizados, são acusados de serem os únicos.participantes responsáveis pelo período de violência política, e qualquer reconhecimento mínimo de justiça lhes é negado. A pesquisa conclui que os editoriais consolidam dicotomia radical entre sende-ristas e militares; além disso, eles escondem ou mitigam uma realidade em troca da ênfase em outra. Por esse motivo, legitimam o discurso hegemônico sobre os atores armados que participam da guer-ra interna peruana: o repúdio absoluto para alguns, em oposição ao elogio encoberto para outros.


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