Socorro, Portugal
La independencia judicial desempeña un papel incuestionable con respecto al estado de derecho, como lo demuestra la jurisprudencia de la Asociación de la Unión de Jueces de Portugal, que planteó la obligación de la ley original, que todos los tribunales nacionales que puedan aplicar o interpretar El derecho de la Unión Europea, dado que, a la luz del artículo 19, apartado 1, párrafo segundo, del Tratado de la Unión Europea, forman parte del sistema de recursos nacionales que garantiza una protección judicial efectiva en los ámbitos cubiertos por las normas de la Unión Europea. Unión. En el contexto europeo actual marcado por reformas a los sistemas judiciales nacionales que han desafiado los principios de independencia de los tribunales y la confianza mutua, la idea de una crisis del estado de derecho, que exige la intervención europea, se ha extendido. El caso de los jueces portugueses surgió como una oportunidad para que el Tribunal de Justicia de la Unión Europea fallara en defensa del estado de derecho, suponiendo que, de esta manera, como antecámara para su intervención con respecto a los cambios legislativos en asuntos de organización judicial nacional, que, en principio, serían retirados de su alcance y, por lo tanto, alentando la iniciativa de la Comisión Europea, ya que se verificó relativamente Polonia y cómo podría suceder en casos de violación idéntica del principio de independencia.
Judicial independence plays an indisputable role regarding rule of law, as demonstrated by European Court of Justice in judgment Associação Sindical de Juízes Portugueses, which declared it as primary law obligation that needs to be respected by all national courts which may apply or interpret European Union law since, in the light of the second subparagraph of Article 19(1) of the Treaty on European Union, they form part of the system of national remedies to ensure effective judicial protection in the fields covered by EU law. The current European context is highlighted by legislative reforms of national judicial system, which undermine the principles of judicial independence and mutual trust, and raise the rule of law crisis’ idea, claiming for an European Union intervention. Therefore, the Portuguese judges’ case was an opportunity for the European Court of Justice to protect the rule of law. This case-law emerged as an antechamber for its interventions on national legislation regarding judicial organization, which was an internal matter, and it encourages the European Commission initiative, as occurred recently in the Polish case and could be repeated in similar cases of judicial independence breach.
A independência judicial desempenha um papel incontestável no respeito pelo Estado de direito, tal como demonstrou à jurisprudência Associação Sindical de Juízes Portugueses, que a elevou a obrigação de direito originário, a observar por todos os órgãos jurisdicionais nacionais que possam vir a aplicar ou interpretar o direito da União Europeia, uma vez que, à luz do artigo 19.o, n.o 1, segundo parágrafo, do Tratado da União Europeu, se integram no sistema de vias de recurso nacionais que assegura uma tutela jurisdicional efetiva nos domínios abrangidos pelas normas da União. No atual contexto europeu marcado por reformas aos sistemas judiciais nacionais que têm colocado em causa os princípios da independência dos tribunais e da confiança mútua, tem-se disseminado a ideia de crise do Estado de Direito, que clama uma intervenção europeia. O caso dos juízes portugueses surgiu como uma oportunidade para o Tribunal de Justiça da União Europeia se pronunciar pela defesa da rule of law, assumindo-se, desta forma, como uma antecâmara para a sua intervenção a respeito das alterações legislativas em matéria de organização judiciária nacional, que estariam, em princípio, arredadas da sua alçada, e incentivando, assim, a iniciativa da Comissão Europeia, tal 100 como se verificou relativamente à Polónia e como poderá vir a acontecer em casos de idêntica violação da princípio da independência.
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