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Algumas possibilidades de acumulação fora do mercado da elite imperial brasileira no século XIX: fazenda imperial de Santa Cruz, Rio de Janeiro, 1808-1840

    1. [1] Professora de História Social da UFRJ
  • Localización: História e Economia: revista interdisciplinar, ISSN 1808-5318, ISSN-e 2596-0121, Vol. 14, Nº. 1, 2015, págs. 67-86
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Some Possibilities of Accumulation Outside the Market of the Brazilian Imperial Elite in the Nineteenth Century: Imperial farm of Santa Cruz, Rio de Janeiro, 1808-1840
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Nosso objetivo nesta pesquisa é provar que os homens que receberam terras sob forma de aforamentos na região do Vale do Paraíba Fluminense durante a primeira metade do século XIX conseguiram contornar a tão incômoda renda fundiária de uma aquisição de terras nos moldes capitalistas. Assim se criaram a maior parte dos “barões do café” do Império Brasileiro. Nesse caso, provaremos a funcionalidade dos instrumentos de um “Antigo Regime nos trópicos” para as modernas formas de acumulação primitiva nestes mesmos trópicos: o acesso à terra, pré-requisito indispensável para a acumulação no circuito cafeeiro-exportador, não era viabilizado pelas regras de um mercado livre, nem requeria poupança ou investimentos prévios. A terra era tratada como um mercê, fora deste mercado, conseguida pela proximidade pessoal, influência política ou trocas diretas com o monarca.

    • English

      Our goal in this research is to prove that the men who received land in the form of grants in the Paraiba River Valley of Rio de Janeiro province during the first half of the nineteenth century circumvented the normal capitalist requirement of having to pay for the land. Most “coffee barons” of the Brazilian Empire received their plantation for free. In this case, we will prove the functionality of the grant system of this “Ancien Régime in the tropics”. Access to land, an indispensable prerequisite to accumulation in the coffee exporting economy, was not based on the rules of a free market, nor did it require upfront investments or savings. Land came as a gift, outside this market, occasioned by close personal relations with those in power including direct exchanges with the monarch.


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