Brasil
O artigo procurará desenvolver uma reflexão hermenêutica a respeito da preservação de aspectos míticos nos super-heróis. Para isso, recorre à referenciais da teoria literária e ciências da religião. Parte-se da necessidade existencial por narrativas, trabalha-se com Umberto Eco para elaborar uma noção simbólica incônscia e termina com Mircea Eliade para prolongar a temporalidade dos perfis heroicos enquanto elemento mais atual e original do papel das personagens na vida dos leitores e espectadores. A intenção da pesquisa não é desenvolver todos os aspectos míticos nem analisar nominalmente uma variedade de personagens, mas relacionar símbolo e tempo como uma das expressões mais próprias do perfil do super-herói na interface HQ e religião.
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