As discussões sobre o legado de grandes eventos esportivo ocorrem em sua maioria sem estudos empíricos e sob premissas teóricas com o apoio de interesses políticos e mercadológicos. Este artigo analisa o conceito de legado em termos morfológicos, do ponto de vista do Comitê Olímpico Internacional (COI) e das cidades que sediaram os JO, dando especial atenção a distribuição das estruturas esportivas no espaço urbano. O objetivo foi verificar se as estruturas construídas para os JO redirecionam a dinâmica urbana, e como o fazem em cada cidade-sede, visto que o legado físico se diferencia em função de fatores culturais e do estágio de urbanização em que se encontram as cidades.
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