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Ambientes injustos y espacios de inclusión y memoria en Bogotá: Torres Atrio (2019) y Museo de la Memoria Histórica (2020)

  • Autores: Pablo Andrés Gómez Granda
  • Localización: (Pensamiento), (palabra) y obra, ISSN 2011-804X, ISSN-e 2462-8441, Nº. 23 (ene-jun), 2020, págs. 148-175
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Ambientes injustos e espaços para inclusão e memória em Bogotá. Torres Atrium (2019) e Museu da Memória Histórica (2020)
    • Injustice Environments and Spaces for Inclusion and Memory in Bogotá. Atrio Towers (2019) and Memorian History Museum (2020)
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Resumen El proyecto Torres Atrio Bogotá obedece a una lógica de poder que se realiza en dispositivos generados por planes de renovación urbana cuya finalidad es emplazar la ciudad dentro de dinámicas económicas globales de competitividad. En contraste, en Bogotá también hace carrera el discurso de la justicia y la inclusión social en el cual se inscribe el proyecto Museo de la Memoria Histórica (MMH). La hipótesis del presente artículo sostiene que el plan para el mmh corresponde a un discurso y a políticas públicas de justicia e inclusión social, ya que espacializa elementos de la cultura del posconflicto que actualmente se intentan implementar en Colombia. Al contrario, algunos de los planes de renovación urbana emergen en contrapartida de la cultura de paz, y en razón a intereses económicos y sociales excluyentes y productores de dispositivos imperativos. Ahora bien, un plan de renovación urbana ejemplar, Torres Atrio, actualmente se realiza sobre el eje urbano en el que se proyecta el mmh: la calle 26, donde el encuentro entre memoria y renovación actualizan un momento histórico de otra latitud donde simultáneamente emergieron el Dead Tech y el Hight Tech.

       

    • English

      The Atrio Towers project in Bogotá is due to a logic of power realized through devices generated by urban renewal plans whose purpose is to place the city within global economic dynamics of competitivity. In contrast, the mmh Historical Memory Museum project is inscribed on a discourse of justice and social inclusion, making another career in Bogotá. This article´s hypothesis argues that the mmh plan corresponds to a discourse and public policy of justice and social inclusion, since it spatializes elements of the post-conflict culture that is currently being implemented in Colombia. On the contrary, some of the urban renewal plans emerge as a counterpart to the culture of Peace through exclusive economic and social interests, producers of imperative devices. Now, an exemplary urban renewal plan, Atrio Towers, is currently carried out on the urban axis in which the mmh is projected: the 26th street where memory and renovation meet, updating a historical moment from another latitude where the Dead Tech and High Tech emerge simultaneously. If the urban renewal plan is inscribed within what Foucault call power, the mmh can be described from Pierre-Damien Huyghe's contributions about the formal spatial possibilities of the spaces for freedom, thus constituting a contrast between unfair environments and inclusion spaces.

    • português

      O projeto Torres Átrio Bogotá, obedece a uma lógica de poder que é realizada em dispositivos gerados por planos de renovação urbana cuja finalidade é colocar a cidade dentro de dinâmicas econômicas globais de competitividade. Em contraste, em Bogotá também faz carreira o discurso da justiça e da inclusão social no qual está inscrito o projeto Museu da Memória Histórica mmh. A hipótese deste artigo sustenta que o plano para o mmh corresponde a um discurso e a políticas públicas de justiça e inclusão social, já que espacializa elementos da cultura do pós-conflito que atualmente é tentado implementar na Colômbia. Por lo contrário, alguns dos planos de renovação urbana emergem em contrapartida da cultura de Paz e devido a interesses econômicos e sociais excludentes e produtores de dispositivos imperativos. No entanto, um plano de renovação urbana exemplar, Torres Átrio, atualmente é executado sobre o eixo urbano no qual o mmh é projetado: a rua 26 onde o encontro entre a memória e a renovação, atualiza um momento histórico de outra latitude onde simultaneamente emergiram o Dead Tech e o Hight Tech.

      Se o plano de renovação urbana faz parte do que Foucault chama de poder, o mmh pode ser descrito a partir de contribuições do pensamento de Pierre-Damien Huyghe sobre as possibilidades espaciais formais dos espaços para a liberdade, constituindo assim um contraste entre ambientes injustos e espaços de inclusão.


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