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El efímero en los suburbios de la ciudad de Río de Janeiro: Micro-prácticas de resistencia

  • Autores: María Paula Albernaz
  • Localización: Arquitecturas del Sur, ISSN 0716-2677, ISSN-e 0719-6466, Vol. 38, Nº. 57 (Enero), 2020 (Ejemplar dedicado a: EFÍMERO), págs. 128-145
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • The ephemeral in Rio de Janeiro’s suburbs: Micro-practices of resistance.
    • O efêmero nos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro: Micropráticas de resistência
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo presenta situaciones de naturaleza efímera adoptadas en la apropiación del espacio público de Olaria, Ramos y Bonsucesso, suburbios de la ciudad de Rio de Janeiro. Esas situaciones se revelaron en el contexto de la enseñanza del diseño urbano en el curso de arquitectura y urbanismo, motivado por una actuación coherente con las complejidades contemporáneas. Nuestra investigación empezó por el análisis espacial micro-local, que permite observar los efectos de la forma urbana para aquellos que la viven diariamente, considerando la relación entre materia-lidades y eventos cotidianos. El concepto de singularidad entendido como potencia inventiva de adaptación a la condi-ción urbana dominada por procesos hegemónicos, creadora de diversidad en el entorno urbano y permanencias para los agentes locales, sirvió de referencia teórica. Debido a las múltiples situaciones singulares efímeras, incorporamos al cuadro teórico el concepto de arquitectura efímera entendida (como el efímero) como espacialidad transitoria, orgánica y flexible, que implica bajos recursos financieros y humanos y acciones de “abajo hacia arriba”, pero (distinto de este) también como una concepción que genera calidad urbana y ambiental. En comparación con los ejemplos de micro prácticas ya estudiados, consideramos la peculiaridad de las situaciones efímeras de los suburbios cariocas, debido a la incidencia de dimensiones económicas y sociales. Esto abre una perspectiva para la colaboración de la arquitectura efímera en la inclusión socioespacial urbana. Existen desafíos, incluida la dificultad del diseño urbano de hacer frente a la informalidad, la vulnerabilidad social, la degradación ambiental y la precariedad de infraestructura. Por eso es necesario considerar: la creación de un sistema de reglas de diseño asociadas al proyecto para guiar la apropiación espacial; la ordenación del espacio público por actividades privadas y el intercambio de prácticas laborales con flujos de circulación; la adopción de soluciones para distintas temporalidades resultantes de la reinstalación diaria de dispositivos.

    • English

      This article looks at ephemeral situations adopted in the appropriation of public spaces in Olaria, Ramos and Bonsucesso, suburbs of the city of Rio de Janeiro. These situations were revealed in the context of teaching Urban Design in the Architecture and Urbanism course, motivated by concerns about a coherent intervention that considers the city’s contemporary complexities. Our approach stemmed from a spatial analysis on a micro scale, that allows ob-serving the effects of Urban Form for those who experience it, considering the relationship between materiality and daily events. The theoretical basis of the research is the concept of singularity, understood as the result of inventiveness to adapt to the urban condition, dominated by hegemonic processes, which creates density in the urban environment and permanence for local agents. Given the multiple ephemeral singular situations found in our investigation, we also incorporated the concept of ephemeral architecture into our theoretical-methodological framework as a fleeting, or-ganic and flexible spatiality, that requires few financial or human resources, and relies on bottom-up action. In contrast, with the already studied micro-practices, we consider the peculiarity of ephemeral situations in Rio de Janeiro’s suburbs involving socioeconomic characteristics. This opens the door for ephemeral architecture to contribute towards urban social and spatial inclusion. For that reason, however, we must consider the difficulty for Urban Design to deal with infor-mality, environmental and landscape decay, as well as precarious infrastructure. For that reason, it is important to include a system of design rules to guide spatial appropriation, organizing public space by private activities and the exchange of working practices with circulation flows, as well as adopting solutions to deal with the daily reinstallation of devices.

    • português

      Este artigo apresenta situações de natureza efêmera adotadas na apropriação do espaço público de Olaria, Ramos e Bonsucesso, subúrbios da cidade do Rio de Janeiro. Essas situações revelaram-se no âmbito do ensino do projeto urbano no curso de arquitetura e urbanismo, motivado pela preocupação com uma atuação condizente com as complexidades da cidade contemporânea. Nossa abordagem investigativa partiu da análise espacial na escala microlocal que melhor permite observar efeitos da forma urbana para aqueles que a vivenciam diariamente, considerando a relação entre materialidades e eventos cotidianos. O conceito da singularidade com-preendido como potência resultante da inventividade ao se adaptar à condição urbana dominada por processos hegemônicos, criadora de diversidade no ambiente urbano e permanência de agentes locais no lugar, serviu de suporte teórico à pesquisa. Por apresentarem-se múltiplas situações singulares efêmeras, incorporamos ao qua-dro teórico-metodológico, o conceito de arquitetura efêmera entendida (assim como o efêmero) como espaciali-dade transitória, orgânica e flexível, envolvendo baixos recursos financeiros e humanos, e ações vindas “de baixo para cima”, mas (distintamente deste) igualmente como concepção capaz de gerar qualidade ambiental e urbana. Comparadas a exemplos estudados de ‘micropráticas’, avaliamos haver uma distinção nas situações efêmeras dos subúrbios cariocas, por abarcarem uma dimensão econômica e social. Esta condição abre uma perspectiva para a arquitetura efêmera colaborar na inclusão socioespacial urbana. Há desafios a enfrentar incluindo a dificuldade do desenho urbano em lidar com a informalidade, a vulnerabilidade social, a degradação ambiental e paisagística, a infraestrutura precária. Neste sentido, há que considerar: criar um sistema de regras de desenho associadas coletivamente ao projeto para orientar a apropriação espacial; ordenar o uso do espaço público por atividades do âmbito privado e o compartilhamento de práticas do trabalho com os fluxos da circulação; além da adoção de soluções para temporalidades diferenciadas representadas por uma reinstalação diária de dispositivos.


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