O objetivo do artigo é compreender o processo de formulação das políticas de gestão de pessoas em pequenas empresas familiares, investigando a percepção dos trabalhadores. O pressuposto teórico é de que, em empresas familiares, a cultura da família proprietária determina a política de gestão de pessoas. Trata-se de uma pesquisa de campo, desenvolvida no nível exploratório no município de Tapejara, no Estado do Rio Grande do Sul, com abordagem quali-quantitativa dos dados. Para mensuração dos dados foi utilizada a escala de percepção de políticas de gestão de pessoas desenvolvida por Fiuza (2008), adaptada à realidade investigada. Dentre os resultados obtidos, verificou-se características das empresas familiares, em especial personalismo e os aspectos pessoais do empresário e de sua família, influenciam a o processo de formulação das políticas de gestão de pessoas em pequenas empresas familiares. O estudo contribui para o avanço das pesquisas sobre políticas de gestão de pessoas na medida em que revela a influência do porte da empresa e dos sistemas fracamente estruturados na sua formulação.
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