The article performs an analysis of a manifesto prepared by Argentinean refugees living in Brazil in 1978. From the middle of 1977 on, a considerable number of Argentineans, Uruguayans and Chileans began entering our country in a process of massive escape from the military dictatorships dominating politically the region. Led by the existing conditions in their country Argentinean men and women who were the largest group prepared a document, which was not publicly known in Brazil, denunciating human rights breaches. That manifesto receives here a resistance character involved by a narrative memory notion.
O artigo empreende uma análise de manifesto produzido pelos refugiados argentinos no Brasil em 1978. A partir de meados de 1977, um contingente expressivo de argentinos, uruguaios e chilenos passou a ingressar em nossos país num processo de fuga massiva das ditaduras militares que dominavam politicamente a região. Os argentinos e argentinas constituíram o grupo mais numeroso, e as condições vigentes em seu país os levaram a produzir um documento denunciador das violações de direitos humanos, que não foi conhecido publicamente no Brasil. Atribuo a essa manifestação, um caráter de resistência recoberta pela noção de memória-narrativa.
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