This paper seeks to establish a conversation between Glauber Rocha and Bertold Brecht, switching back and forth among their ideas on cinema, concluding with considerations on what brings the two closer –the ambition of becoming people’s artists– and what sets them apart from each other –their relationship with the subconscious
Este trabalho procura estabelecer um diálogo entre Glauber Rocha e Bertolt Brecht, num vai e vem entre as ideias de ambos sobre o cinema que termina com uma reflexão sobre aquilo que mais os aproxima –a ambição de tornar-se popular– e sobre o que os afasta –a relação com o inconsciente
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