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Cáncer y territorio. Un recorrido por las continuidades y discontinuidades espaciales proyectadas por este actor no humano

    1. [1] Universidad de Caldas

      Universidad de Caldas

      Colombia

  • Localización: Territorios, ISSN 0123-8418, Nº. 42 (enero-junio), 2020
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Cancro e território. Um recorrido pelas continuidades e descontinuidades espaciais projetadas por este ator não humano
    • Cancer and territory. A journey through the continuities and spatial discontinuities projected by this non-human actor
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo se centra concretamente en develar la relación entre Cáncer y territorio, en especial, la manera como, a partir del diagnóstico de esta enfermedad, el Cáncer, asumido como un actor social no humano, incide en la construcción territorial de los espacios de vida cotidiana, desde su concepción y significación hasta su gestión y uso. Para esto, se utilizó una estrategia metodológica cualitativa fundamentada en estudio fenomenológico, que se centró en identificar las prácticas y los discursos que objetivan las nuevas configuraciones territoriales. Se trabajó con diez enfermos de distintos tipos de cáncer y con diez especialistas de la Unidad Oncológica Oncólogos del Occidente situada en el Eje Cafetero. Entre los principales hallazgos, se muestra cómo la relación Cáncer y territorio implica, entre otras cosas, una vuelta de tuerca sugerente para los estudios del territorio contemporáneos, en tanto permite entrever que el territorio, como una construcción social y cultural de los actores sociales, es una producción y/o significación hecha no solo a la medida de los humanos, sino también, a la medida de los actores no humanos que entran en disputa y en tensión con las dinámicas mismas que posibilitan la configuración y ordenación de un espacio apropiado.

    • português

      O presente artigo centra-se concretamente em desvelar a relação entre cancro e território, espe­cialmente, a maneira como, a partir do diagnóstico desta doença, o cancro, assumida como um ator social não humano, incide na construção territorial dos espaços de vida cotidiana, desde sua conceição e significação até sua gestão e uso. Para isto, se utilizou uma estratégia metodo­lógica qualitativa fundamentada em estudo fenomenológico, que se centrou em identificar as práticas e os discursos que objetivam as novas configurações territoriais. Se trabalhou com dez doentes de diferentes tipos de cancro e com dez especialistas da Unidade Oncológica Oncólogos el Occidente situada no Eixo Cafeeiro. Entre os principais resultados, se mostra como a relação cancro e território implica, entre outras coisas, uma nova reviravolta sugestiva para os estudos do território contemporâneos, enquanto permite entrever que o território, como uma construção social e cultural dos atores sociais, é uma produção e/ou significação feita não só à medida dos humanos, mas também, à medida dos atores não humanos que entram em disputa e em tensão com as dinâmicas mesmas que possibilitam a configuração e ordenação de um espaço apropriado.

    • English

      The present article focuses on unveiling the relationship between cancer and territory. This relationship arises in the understanding of how cancer, as a non-human social actor, affects the territorial construction of spaces in daily life from its conception and connotation to its manage­ment and use of space. We worked with ten cancer patients and ten specialists from an Oncology Unit, Oncólogos de Occidente, located in the coffee axis. We used a qualitative methodological strategy based on a phenomenological study that focuses on revealing the practices and dis­courses that objectify the new territorial configurations. Among the main findings is how the relationship between cancer and territory entails a novel perspective for contemporary territorial studies, which allows understanding territory as a social and cultural construction of the social actors that is not only gestated to the measure and signification of humans. Also, the territory is tailored by the non-human actors who come into dispute and in constriction with the very dynamics that facilitate the configuration and ordination of an appropriate space.


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