El presente artículo es una reflexión sobre movimiento corporal y afectividades en la ciudad de Quito, a través de una observación profunda y una larga reflexión sobre estos temas desde la óptica del parkour, práctica motriz dedicada a recorrer los espacios urbanos de la forma más fluida y eficaz posible por medio únicamente del cuerpo. A través de la experiencia de aprendizaje y práctica del parkour, entre las actividades del colectivo Étre Fort, este estudio indaga en las transformaciones que conlleva el ejercicio de esta disciplina sobre la ciudad, su producción espacial y su territorio habitado, a la vez que reflexiona sobre los elementos afectivos que surgen en dicha práctica y su papel en estas transformaciones.
This article is a reflection on corporal movement and affectivities in the city of Quito, through a deep observation and a long reflection on these issues from the perspective of parkour, a motor practice dedicated to transit urban spaces in the most fluid and effective way possible, using only the body. Through the experience of learning and practice of parkour, among the activities of the Étre Fort collective, this study explores the transformations that the exercise of this discipline entails on the city, its spatial production and its inhabited territory, at the same time that reflects on the affective elements that arise in this practice, and their role in these transformations.
Este artigo é uma reflexão sobre o movimento corporal e as afetividades na cidade de Quito, através de uma observação profunda e uma longa reflexão sobre essas questões sob a perspectiva do parkour, uma prática motora dedicada a percorrer espaços urbanos da maneira mais fluida tão eficaz quanto possível apenas através do corpo. Através da experiência de aprendizado e prática do parkour, entre as atividades do coletivo Étre Fort, este estudo explora as transformações que o exercício dessa disciplina acarreta sobre a cidade, sua produção espacial e seu território habitado, ao mesmo tempo que reflete sobre os elementos afetivos que surgem nessa prática, e seu papel nessas transformações.
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