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A inespecificidade da palavra-imagem em Leonilson

    1. [1] Universidade Federal do Ceará

      Universidade Federal do Ceará

      Brasil

  • Localización: REVELL: Revista de Estudos Literários da UEMS, ISSN-e 2179-4456, Vol. 2, Nº. 22, 1, 2019 (Ejemplar dedicado a: A Literatura e as Outras Artes no Contemporâneo), págs. 83-101
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A inscrição do Eu na obra de arte contemporânea é uma das ferramentas políticas mais proeminentes em nosso tempo. As marcas da subjetividade se assentam nos produtos estéticos, quebrando-lhes fronteiras de gênero, linguagem e discurso. Ao investigar as manifestações iniciais de tal vinculação autobiográfica e multimidiática da arte brasileira especialmente após o fim do tempo ditatorial, encontramos a produção de Leonilson. Esse artista imiscuiu formas e conteúdos baseando-os na escrita de seu Desejo. Ao construir telas com linguagem verbal tanto quanto com linguagem pictórica, Leonilson elabora a narração e a poesia com bordado, tinta e escultura, performatizando o que não se define plenamente. Apostando, portanto, no inespecífico (GARRAMUÑO, 2014) e expandindo a literatura (PATOS, 2012), o artista nos pergunta dos limites entre os campos artísticos, da relevância da hibridização na cultura e da potência da palavra que é também imagem.


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