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¿Son las bacrim un actor armado según el derecho internacional?

  • Autores: Víctor Hugo Mendoza Tovar, Víctor Hugo Ramírez Peña
  • Localización: Misión Jurídica: Revista de derecho y ciencias sociales, ISSN 1794-600X, Vol. 12, Nº. 16, 2019, págs. 235-248
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • O bacrim é um ator armado de acordo com o direito Internacional?
    • Are the bacrim an armed actor according to international law?
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente ensayo muestra de manera sucinta como las bandas de crimen organizado (BACRIM) o ahora como se les llama Grupos Armados Organizados (GAO) dejando como ejemplo el “Clan USUAGA”, son actores participes del conflicto armado en Colombia y a diferencia de las guerrillas tradicionales (FARC y ELN), no se oponen al Estado, salvo cuando este último interfiere con sus actividades criminales, disputándose militarmente el poder local y  regional a las guerrillas, mientras ejercían simultáneamente las conductas delictivas propias de su razón de ser criminal y la posibilidad de ser sujetos del Derecho Internacional Humanitario (DIH).

    • English

      The present essay shows succinctly how the organized crime gangs (BACRIM) or now as they are called Organized Armed Groups (GAO), are actors participating in the armed conflict in Colombia and unlike the traditional guerrillas (FARC and ELN), they oppose the State, except when the latter interferes with their criminal activities, militarily contesting the local and regional power to the guerrillas, while simultaneously exercising the criminal conducts of their criminal raison d’être and the possibility of being subjects of International Humanitarian Law ( DIH).

    • português

      O presente ensaio mostra sucintamente como as gangues do crime organizado (BACRIM) ou agora como são chamados os Grupos Armados Organizados  (GAO),  deixando   como   exemplo  o "Clã USUAGA", são atores participantes do conflito armado na Colômbia e ao contrário dos guerrilheiros tradicionais (FARC e ELN), não se opõem ao Estado, exceto quando este interfere em suas atividades criminosas, combatendo militarmente o poder local e regional para a guerrilha, ao mesmo tempo em que exerce as condutas  criminosas  de   sua   razão   criminosa  e a possibilidade de serem sujeitos do Direito Internacional Humanitário (DIH).


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