Migrante es toda persona que realiza un desplazamiento geográfico a un país diferente, cuando se interna en dicho territorio el ordenamiento jurídico le reconoce la calidad de extranjero. El Derecho del Estado nación diferencia claramente entre nacionales y extranjeros, esta es la dicotomía que ha definido la historia de la Nación-Estado. En “Las Leyes”, Platón contextualiza las relaciones entre compatriotas y extranjeros dentro de la obligación griega de la hospitalidad; entonces aunque esta condición humana no es nueva en la historia humana, las condiciones sociales y económicas de los Estados globalizados y sus sistemas de fuentes normativas deben saber cómo ejercer un adecuado enfoque de derechos humanos en sus políticas migratorias, particularmente cuando en estas políticas tienen lugar procedimientos migratorios que pueden afectar la esfera jurídica de una persona por su condición de nacionalidad, y en donde es importante proveerles de un conjunto de garantías mínimas, para de forma general garantizar la imparcialidad del proceso y de forma subjetiva evitar que la vulnerabilidad del migrante se agrave, es decir no poner todo el peso del proceso en una sola parte, sino que con el enfoque del derecho humano al derecho del debido proceso, se le garantice un trato digno e imparcial en el procedimiento migratorio.
A migrant is every person that makes a geographic displacement to a different country, when the migrant enters its territory the legal system recognizes him/her as a foreigner. The law of a nation state clearly differentiates between nationals and foreigners.This is the dichotomy that has defined the history of the Nation State in “The Laws”, Plato contextualizes the relationships between fellow countrymen and foreigners within the Greek obligation of hospitality; thus, although this human condition is not new in human history, the social and economical conditions of the globalised States and their system of regulatory sources have to know how to apply an adequate approach to Human Rights in their migration policies,especially when in these policies migratory processes take place that can affect the legal sphere of a person by their nationality condition and where it is important to provide a conjunction of minimum guarantees, so to ensure in a general way the impartiality of the process and in a subjective way to avoid that the vulnerability of the migrant to worsen, in other words, not to put all the full weight of the process on just one part, but to, with the perspective on Human Rights of the due process assure a decent and impartial treatment in the migratory process.
Migrante é qualquer pessoa que faz um deslocamento geográfico para um país diferente, quando entra no território, o sistema legal reconhece a qualidade do estrangeiro. A lei do Estado Nação diferencia claramente entre nacionais e estrangeiros, esta é a dicotomia que definiu a história do Estado-nação. Em “As Leis”, Platão contextualiza as relações entre compatriotas e estrangeiros dentro da obrigação grega de hospitalidade. Embora esta condição humana não seja nova na história humana, condições econômicas e sociais nos Estados globalizado em integrar seus sistemas de fontes normativas deve saber como exercer abordagem adequada dos direitos humanos nas suas políticas de migração, particularmente quando estas políticas de procedimentos migratórios ocorrem que podem afetar a esfera legal de uma pessoa devido à sua condição de nacionalidade e onde é importante fornecer- lhes um conjunto de garantias mínimas. Isso, em geral, garante a imparcialidade do processo e, de maneira subjetiva, impede que a vulnerabilidade do migrante se agrave. Ou seja, não colocar todo o peso do processo em um único partido, mas com a abordagem do direito humano ao devido processo direito a ser garantido um tratamento digno e justo no procedimento de imigração.
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