Este artículo analiza las representaciones sociales y las prácticas estratégicas de gestores de compañías de servicio de alquiler de películas respecto a las tensiones relacionales micro/macro que caracterizan el declive de tales compañías. Desde la perspectiva de la estrategia como práctica, se condujo la investigación por medio del enfoque cualitativo. Se utilizaron entrevistas y una técnica proyectiva con propietarios de tales compañías. Se empleó el análisis del contenido en el análisis de los resultados de tensión relacional y de los elementos de la agencia humana: iteración, proyección, práctica evaluativa. Los resultados muestran, mientras que los gestores práctico-evaluativos realizan cambios buscando mejorar los resultados y están atentos a los desafíos, los gestores iterativos continúan trabajando como siempre han trabajado, atendiendo a los pocos y fieles clientes, además siendo indiferentes a las adversidades. A pesar de las prácticas estratégicas distintas, en la dimensión proyectiva, los gestores comparten una imagen: la muerte de las compañías de servicio de alquiler de películas. Así, la estrategia como práctica social abarca temáticas de cambio y del declive organizacional como vivencia (anticipada) del luto en las organizaciones.
This article aims to analyze social representations and strategic practices of video rental store managers with respect to the micro/macro relational tensions that characterize the decline of such organizations. From a perspective that conceives of strategy as practice, the research was conducted within a qualitative approach. Concerning the data collection, interviews and a projective technique with video rental store owners were used. The content analysis was applied to deal with the relational tension results and the elements of human agency: iterative, projective, evaluative-practical. The results demonstrate that evaluative-practical managers make changes while seeking better results and are careful with challenges, whereas iterative managers continue to work as they always did, by serving a few loyal clients and being indifferent to adversity. In spite of different strategic practices, managers share an image in the projective dimension: the death of video rental stores. Thus, strategy as a social practice encompasses themes of organizational change and decline as (anticipated) experience of mourning in organizations.
Este artigo analisa as representações sociais e as práticas estratégicas de gestores de videolocadoras em relação às tensões relacionais micro/macro que caracterizam o declínio dessas organizações. A partir da perspectiva da estratégia como prática, a pesquisa foi conduzida pela abordagem qualitativa. Para a coleta de dados foram utilizadas a técnica de entrevista e uma técnica projetiva com proprietários das videolocadoras. A análise de conteúdo foi empregada para tratar os resultados da tensão relacional e dos elementos da agência humana: iterativo, projetivo, prático-avaliativo. Os resultados mostram que gestores prático-avaliativos realizam mudanças buscando melhoria de resultados e estão atentos aos desafios, enquanto gestores iterativos continuam trabalhando como sempre trabalharam, atendendo os poucos e fidelizados clientes, sendo indiferentes às adversidades. A despeito de práticas estratégicas distintas, na dimensão projetiva, os gestores compartilham uma imagem: a morte das videolocadoras. Assim, a estratégia enquanto prática social abarca temáticas da mudança e do declínio organizacionais enquanto vivência (antecipada) do luto nas organizações.
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