O artigo é resultado de uma pesquisa de doutorado em andamento, realizada na Universidade Federal Fluminense (UFF), sob orientação da professora doutora Rachel Soihet. O texto analisa a militância feminista de mulheres do Partido Comunista Brasileiro (PCB) de 1949 até 1975. Em 1949, mulheres ligadas ao partido fundaram a Federação de Mulheres do Brasil (FMB), com o objetivo de construir um movimento feminino nacional e unificado; em 1975, provavelmente em decorrência das experiências vividas, o PCB publicou um texto de autocrítica legitimando o feminismo. A partir de então, passou a atribuir conotações positivas ao movimento. Objetiva-se, portanto, analisar as formas de resistência feminina desenvolvidas por mulheres pecebistas no período em tela, com a finalidade de elencar novos elementos para a compreensão da história do feminismo no Brasil, especialmente em sua relação com o PCB.
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