O artigo tem por finalidade apresentar vários segmentos do movimento operário no Rio de Janeiro, entre 1919 e 1920, por meio das páginas da Revista Gil Blas. Assim como podemos constatar a participação de nomes como Saul Navarro e José Oiticica, ligados à uma vertente operária revolucionária, notou-se, no mesmo espaço da revista, reivindicações trabalhistas ligadas às tendências positivistas, contrárias às mobilizações grevistas e grupos que enveredaram por uma posição xenófoba-nacionalista, que se colocavam contra a presença de estrangeiros no seio do movimento.
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