Neste artigo o objetivo é analisar as relações de trabalho vividas na fronteira Brasil/Paraguai entre 1960 e 1970, analisando como os trabalhadores envolvidos no transporte não regulamentado de café interpretavam e lidavam com as mudanças ocorridas na legislação, na economia e em outras dimensões que interferiam em suas vidas. As fontes selecionadas foram autos criminais da comarca de Toledo, legislação brasileira afeita ao tema e entrevistas.
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