A prevenção da infecção cruzada é uma parte fundamental em um tratamento odontológico e a principal conduta para manutenção da biossegurança e prevenção dessas infecções. Objetivou-se avaliar a eficácia e o efeito residual de dois métodos de antissepsia pré-operatória das mãos e de duas substâncias antissépticas. Trata-se de um estudo realizado em uma instituição de ensino superior com 20 acadêmicos de odontologia separados por grupos com utilização de técnicas e substâncias antissépticas e posterior avaliação do efeito residual das substâncias por meio de três coletas feitas por interposição digital em placa de petri, as quais foram analisadas para contagem de UFC. Observou-se que as duas técnicas de antissepsia com as duas substâncias comparadas são eficientes na redução de microrganismos e não apresentam diferença de eficácia, porém o Digluconato de Clorexidina a 2% apresentou efeito residual. Pode-se então concluir que a realização criteriosa e correta da antissepsia pré-operatória das mãos é mais relevante que a escolha da técnica e do antisséptico.
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