Este trabalho teve como objetivo conhecer a prevalência de cárie dentária em primeiros molares permanentes de 100 crianças de 6 a 12 anos de idade atendidas em uma clínica escola de Odontologia, na cidade de Teresina-PI. Realizou-se questionário com os pais ou responsáveis sobre o erupção do primeiro molar permanente, hábitos de higiene oral, dieta alimentar e acesso aos serviços odontológicos, além de exame clínico das crianças. Analisaram-se 398 molares permanentes, destes 318 estavam hígidos (79,5%), 61 (15,25%) cariados, 2 (0,5%) extraídos, 4 (1,0%) possuíam cárie extensa e estavam indicados para exodontia, 13 (3,25%) restaurados e 2 (0,5%) selados. Dentre os dentes cariados e restaurados, não houve diferenças significativas de prevalência de cárie em dentes superiores e inferiores, porém os resultados desse estudo mostraram que a face oclusal foi a mais atingida pela doença. Conclui-se que foi baixa a prevalência de cárie dentária nos primeiros molares permanentes
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