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Sexualidad en hombres adolescentes escolarizados: un análisis comparativo entre instituciones públicas y privadas en Colombia

  • Autores: Linda Teresa Orcasita Pineda, Diana Palma, Hesam Camilo Sadeghian, Alejandra Villafañe, Diana Marcela Sánchez, Teresita María Sevilla, Luz Ángela Torres De la Roche, Rudy Leon De Wilde
  • Localización: Ciencias de la salud, ISSN-e 2145-4507, ISSN 1692-7273, Vol. 16, Nº. 3, 2018, págs. 424-443
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Sexualidade em homens adolescentes escolarizados: uma análise comparativa entre instituições públicas e privadas na Colômbia
    • Sexuality in Schooled Men Adolescents: A Comparative Analysis between Public and Private Institutions in Colombia
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción: caracterizar los conocimientos, actitudes, prácticas sexuales y procesos de comunicación familiar de hombres adolescentes de escuelas públicas y privadas, para visibilizar aspectos fundamentales en el abordaje de su salud sexual. Materiales y métodos: se realiza análisis descriptivo de datos correspondientes al subgrupo de hombres (n = 778) del estudio “Procesos de comunicación de sexualidad entre padres e hijos”, realizado durante 2012 en 23 instituciones educativas de Cali, Colombia, donde participaron 1225 adolescentes de ambos sexos. Se utilizó un cuestionario específicamente diseñado para el estudio, los datos se procesaron mediante el programa spss V.20 y se utilizó la prueba t-Student, el Análisis de Varianza anova y la prueba Chi-cuadrado, con un nivel de significación de 0.05 (5 %). Resultados: participaron 778 jóvenes entre 11-20 años de edad (media 15.3 años, DS = 1.6), de 12 instituciones públicas (n = 535) y 11 privadas (n = 123). Los jóvenes de instituciones privadas reportaron mayor acceso (p = 0.010) y recepción de información en sexualidad (p = 0.045). No se observó diferencia en edad de inicio de coito (media 13.2 años, DS 1.9) ni en no-uso sistemático del condón (p = 0.068), pero ambos grupos presentan di cultades en la comunicación en sexualidad con sus padres. Los estudiantes de instituciones públicas reportaron mayor frecuencia de prácticas sexuales anales (p = 0.002) sin uso adecuado de protección. Conclusión: el nivel de conocimiento de los jóvenes no se traduce en prácticas sexuales seguras, confirmándose la necesidad de diseñar programas con perspectiva de género que trasciendan la provisión de información y de crear acompañamientos que los empoderen en el autocuidado de su salud sexual.

    • English

      Introduction: To describe knowledge, attitudes, sexual behavior and family communication among male teenagers from private and public schools, aiming to highlight key aspects for understanding their behavior and providing better sexual health care. Methods and materials: A descriptive analysis of the retrieved data corresponding to male participants (n = 778) in the study “Communication processed about sexuality between parents and teenage children” was made. This study was conducted in 2012, in 23 schools in Cali and 1225 adolescents of both genders participated. A specific questionnaire was built for this research. Data was processed through the software SPSS V. 20 (Statistical Package for the Social Sciences) and statistical test such as T-Student, ANOVA and Chi-square were used with a significant level of 0.05 (5 %). Results: 778 male teenagers between 11- 20 years old (M = 15.3; SD = 1.6) participated in the study, from 12 from public schools (n = 535) and 11 private schools (n = 123). It was found that teenagers from private schools have more access (p = 0.010) and reception of information about sexuality (p = 0.045), but without difference in the age of sexual debut (m=13.2 years; SD= 1.9) and systematic use of condom (p=0.068). Likewise, both groups reported barriers in communication about sexuality with their parents. Those from public schools were more likely to report non-protected anal intercourse (P=0.002). Conclusion: Sexual health knowledge does not imply safer sex behaviors in male adolescents, it was confirmed that programs must have a gender perspective that transcends knowledge provision and create strategies to empower male teenagers in their sexual health self-care. Keywords: Adolescents, men, sexual and reproductive health, sex education.

    • português

      Introdução: caracterizar os conhecimentos, atitudes, práticas sexuais e processos de comunicação fami- liar de homens adolescentes de escolas públicas e privadas, para visibilizar aspectos fundamentais na abordagem de sua saúde sexual. Materiais e métodos: realiza-se análise descritiva de dados correspon- dentes ao subgrupo de homens (n = 778) do estudo “Processos de comunicação de sexualidade entre pais e  lhos”, realizado durante o 2012 em 23 instituições educativas de Cali, Colômbia, onde participaram1225 adolescentes de ambos os sexos. Se utilizou um questionário especi camente criado para o estudo, os dados se processaram mediante o programa spss V.20 e se utilizou a prova t-Student, a Análise de Variância anova e a prova Chi-quadrado, com um nível de signi cância de 0.05 (5 %). Resultados: participaram 778 jovens entre 11-20 anos (idade média 15.3 anos, DS = 1.6), de 12 instituições públicas (n = 535) e 11 privadas (n = 123). Os jovens de instituições privadas reportaram maior acesso (p = 0.010) e receção de informação em sexualidade (p = 0.045). Não se observou diferença em idade de início de coito (idade média 13.2 anos, DS 1.9) nem em não-uso sistemático do preservativo (p = 0.068), mas ambos os grupos apresentam dificuldades na comunicação em sexualidade com os seus pais. Os estudantes de instituições públicas reportaram maior frequência de práticas sexuais anais (p = 0.002) sem uso adequado de proteção. Conclusão: o nível de conhecimento dos jovens não se traduz em práticas sexuais seguras, confirmando-se a necessidade de desenhar programas com perspectiva de gênero que transcendam a provisão de informação e de criar acompanhamentos que os empoderem no autocuidado de sua saúde sexual.


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