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Patrones de prescripción de medicamentos para la diabetes mellitus tipo 2 en cinco departamentos de Colombia, en 2014

  • Autores: Noël C. Barengo, Sandra Camacho, Pilar Andrea López, Paul Anthony Camacho López, Angel Alberto Garcia, Jaime Alejandro Hincapié García, Patricio López Jaramillo, Alexander Maceneth
  • Localización: Facultad Nacional de Salud Pública: El escenario para la salud pública desde la ciencia, ISSN-e 2256-3334, ISSN 0120-386X, Vol. 36, Nº. 2 (Mayo-Agosto), 2018, págs. 58-65
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Padrões de prescrição de medicamento para a Diabetes Mellitus tipo 2 em cinco departamentos da Colômbia em 2014
    • Patterns of Medication Prescriptions for Diabetes Mellitus Type 2 in five Departments of Colombia in 2014
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivos: Describir los patrones de prescripción de los medicamentos para la diabetes mellitus tipo 2 (DM2) y comorbilidades de pacientes atendidos en cinco centros de atención ambulatoria de Colombia.Métodología: Estudio descriptivo transversal, en el cual se revisaron las historias clínicas de 5.098 pacientes con DM2 atendidos en centros de atención ambulatoria ubicados en cinco ciudades colombianas entre 1 de enero y el 31 de diciembre de 2014. Cada uno de los pacientes con DM2 tenía al menos dos consultas ambulatorias registradas durante el periodo de estudio.Resultados: El medicamento de más frecuente prescripción fueron las biguanidas (59%) y sulfonilurea (28%). La prescripción de inhibidores de la dipeptidil peptidasa 4 fue 7% y la frecuencia de prescripción de agonista del receptor del péptido similar al glucagón -1 un 2%. El medicamento con mayor frecuencia de prescripción como monoterapia fueron las biguanidas (22%). La combinación más frecuente fue biguanida + sulfonilurea (21%), seguida de biguanida + insulina (10%) y otras combinaciones. Del total de pacientes con DM2, un 27% no recibió ningún tratamiento farmacológico para la diabetes. Con respeto a los medicamentos para comorbilidades el 52% de los pacientes utiliza al menos un tipo de antihipertensivo, el 39% de los pacientes utiliza al menos un tipo de hipolipemiante y el 35% de los pacientes utiliza ácido acetilsalicílico.Conclusiones: Las biguanidas fueron el medicamento con mayor frecuencia de prescripción, seguido de las sulfonilureas. Uno de cada cuatro pacientes no tenía registro de prescripción de medicamentos. El uso de ácido acetilsalicílico como prevención del riesgo cardiovascular fue menor al esperado.

    • English

      Objective: to describe the patterns of medication prescriptions for diabetes mellitus type 2 (dm2) and the comorbidity of patients treated in five health care institutions in Colombia.

      Methodology: descriptive cross-sectional study carried out checking the medical records of 5098 patients with dm2 treated at the outpatient service centers in five Colombian cities between January 1 and December 31 of 2014. Each patient with dm2 had a record of at least two outpatient appointments registered during the time of this study. The information was collected through electronic surveys. National and international guidelines on diabetes treatment were used to categorize the medications. The spss® 21 software was used to analyze the data. Results: the most frequently prescribed medications were biguanides (59%) and sulfonylureas (28%). The prescription of inhibitors for Dipeptidyl peptidase-4 was 7% and the frequency of prescription of glucagon-like peptide-1 receptor agonists (ar glp-1) was 2%. The medication with the highest frequency of prescription as monotherapy were biguanides (22%). The most frequent combination was biguanide and sulfonylureas (21%).

      The second most frequent combination was biguanide with insulin (10%), and other combinations. 27% of patients with dm2 did not receive any pharmacological treatment for diabetes.

      Regarding the medicines for comorbidity, 52% of patients use at least one type of antihypertensive drug, 39% use at least one type of hypolipidemic drug and 35% uses acetylsalicylic acid.

      Conclusions: biguanides were the most frequently prescribed medication, sulfonylureas came after. One in four patients did not have a record of medicine prescription. The prescription of acetylsalicylic acid to prevent cardiovascular risk was lower than expected.

    • português

      Objetivo: descrever os padrões de prescrição dos medicamentos para a Diabetes Mellitus tipo 2 (dm2) e de comorbilidades de pacientes atendidos em cinco instituições de serviço de saúde da Colômbia. Metodologia: estudo descritivo transversal, no qual revisaram-se as histórias clínicas de 5098 pacientes com dm2, atendidos em centros de atendimento ambulatorial localizados em cinco cidades colombianas, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2014. Cada paciente com dm2 tinha pelo menos duas consultas ambulatoriais registradas durante o período do estudo. A informação coletou-se através de inquérito eletrônico. Para a categorização dos medicamentos, utilizaram-se os guias nacionais e internacionais para o tratamento da diabete. A análise dos dados realizou-se utilizando o programa spss® 21. Resultados: os medicamentos de prescrição mais frequente foram biguanidas (59%) e as sulfoniluréias (28%). A prescrição de inibidores da dipeptidil peptidase IV foi 7% e a frequência de prescrição de agonista do receptor do péptido similar ao glucagão tipo 1 (ar glp-1) foi de 2%. O medicamento com mais frequência de prescrição como monoterapia foi as biguanidas (22%). A combinação mais frequente foi biguanida e sulfoniluréias (21%). A segunda combinação mais frequente foi biguanida com insulina (10%), e outras combinações. 27% dos pacientes com dm2 não recebeu tratamento farmacológico nenhum para a diabetes. Respeito dos medicamentos para comorbilidades, 52% dos pacientes utiliza pelo menos um tipo de anti-hipertensivo, 39% utiliza pelo menos um tipo de hipolipemiante e 35% utiliza ácido acetilsalicílico. Conclusões:

      as biguanidas foram o medicamento com mais frequência de prescrição, e depois as sulfoniluréias. Um de quatro pacientes não rinha registro de prescrição de medicamentos. O uso de ácido acetilsalicílico como prevenção do risco cardiovascular foi menor do que se esperava.


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