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A estratégia da urgência: considerações sobre O cheiro do ralo, de Lourenço Mutarelli

  • Autores: Ivana Ferigolo Melo
  • Localización: Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, ISSN 1518-0158, ISSN-e 2316-4018, Nº. 55, 2018 (Ejemplar dedicado a: Autoria na Cultura do Presente - Luciene Azevedo, Cristian Molina e Paloma Vidal (Org.)), págs. 239-265
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The strategy of urgency: considerations on the O cheiro do ralo, by Lourenço Mutarelli
    • La estrategia de la urgencia: consideraciones sobre O cheiro do ralo, de Lourenço Mutarelli
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La narrativa O cheiro do ralo, de Lourenço Mutarelli, presenta como elemento formal sobresaliente una urgencia en la manera de contar, la cual se hace responsable por la representación de formas de vida aceleradas y causantes de un estado de aturdimiento existencial que impide al sujeto trascender su realidad inmediata. Reconociendo la fuerte presencia de ese elemento estructural en la referida narrativa, se busca, en este estudio, defender la hipótesis de que dicho elemento formal se presenta como un recurso eficiente para el alcance y la captación de lectores apresurados. No para distraerlos, sino para sensibilizarlos, a partir de la representación de formas de vida aceleradas, automatizadas y envueltas por  una atmosfera terrorífica de malestar (como es la del protagonista de O cheiro do ralo), sobre las angustias humanas ocasionadas por estilos de vida típicos de una sociedad donde predominan los medios de comunicación y un capitalismo voraz, que, abreviando la relación de los seres con el tiempo y con el entorno, producen, entre otras cosas, intensos estadios de aturdimiento mental, anulan la ética, la solidaridad y la afectividad entre los hombres, además de estimular la proyección de un egocentrismo muy cercano a la perversión.

    • English

      One of the defining traits of Lourenço Mutarelli’s text O cheiro do ralo, is its narrative urgency. This urgency is responsible for the representation of accelerated and deflagrating life forms of state of existential torpor that numbs the subject and prevents him from transcending an established daily order. Recognizing the strong presence of this structural element in this narrative, we seek to defend the hypothesis that it presents itself as an efficient formal resource to reach hurried readers. Not to distract or amuse them, but to sensitize them to the representation of accelerated lifestyles, automated and surrounded by a terrifying atmosphere of malaise (as is the protagonist of O cheiro do ralo), about the human anguishes triggered by life forms typical of a society where the media and a voracious capitalism prevail, which, abbreviating the relationship of human beings with time and with the environment to ensure profit through production and consumption in large scale, unleashes, among other things, intense states of mental torpor, cancels ethics, solidarity and affection among men, as well as stimulating the projection of an egocentrism that gets close to perversion.

    • português

      A narrativa O cheiro do ralo, de Lourenço Mutarelli, apresenta como elemento formal sobressaliente uma urgência na maneira de contar, a qual se mostra responsável pela representação de formas de vida aceleradas e deflagradoras de um estado de torpor existencial que adormece o sujeito e lhe impede de transcender uma dada ordem cotidiana estabelecida. Reconhecendo a forte presença desse elemento estrutural na referida narrativa, busca-se, neste estudo, defender a hipótese de que ele se apresenta como um recurso formal eficiente para o alcance e a captação de leitores apressados. Não para distraí-los ou diverti-los, mas para sensibilizá-los, a partir da representação de estilos de vida acelerados, automatizados e envolvidos por uma atmosfera terrificante, de mal-estar (como é a do protagonista de O cheiro do ralo), sobre as angústias humanas deflagradas por formas de vida típicas de uma sociedade em que imperam os media e um capitalismo voraz, que, abreviando a relação dos seres com o tempo e com o entorno para garantir o lucro mediante a produção e o consumo em grande escala, desencadeia, entre outras coisas, intensos estados de torpor mental, anula a ética, a solidariedade e a afetividade entre os homens, além de estimular a projeção de um egocentrismo que tangencia a perversão.


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