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La naturaleza (sonora) de la ciudad. Buildings [New York], de Francisco López

  • Autores: Makis Solomos
  • Localización: Panambí: Revista de investigaciones artísticas, ISSN-e 0719-630X, Nº. 4, 2017, págs. 79-93
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • A natureza (sonora) da cidade. Buildings [Nova York], de Francisco López
    • The (sonant) nature of the city. Buildings [New York] of Francisco López
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artista sonoro Francisco López ha frecuentemente remarcado la importancia de la escucha —“creo que el acto fundamental de composición o creación es escuchar”, escribe. A diferencia de la música electroacústica, que elabora su propia materia sonora, sus obras son mayoritariamente salidas del field recording. Sin embargo, no estamos frente a una lógica de documentación o de representación de paisajes sonoros: si bien, con frecuencia, se reconoce el origen de los sonidos, López tiende a privilegiar la inmersión en el sonido en sí. La escucha de sus obras es así llamada a trabajar sistemáticamente el intervalo entre el sonido como índice y el sonido autonomizado, entre el sonido como dimensión del entorno y el sonido como material artístico. Este intervalo genera formas de subjetivación particulares. El presente texto analizará una obra sonora en donde Francisco López se ha servido de registros realizados en edificios neoyorkinos, dando a escuchar una ciudad hecha de máquinas misteriosas y que parecen en momentos un bosque tropical. 

    • English

      The sound artist Francisco López has often underlined the importance of listening: “I believe that the most fundamental act of composition or creation is listening”, is one of his main statement. While an electroacoustic work elaborates its own sound material, his works are mainly rooted in field recordings. Nevertheless, this has nothing to do with documentation or soundscape representation. Even if very often we can recognize the origins of the sounds, López aims an immersion in sound‐itself. Thus, listening to his music means to work constantly with the gap between sound as a sign and sound as an autonomous entity, between sound as an environment’s dimension and sound as an artistic material. This gap generates particular forms of subjectivation that this article will explore. This paper will take as example a sound work where Francisco López uses recordings that were made in New York buildings, making audible a city made by mysterious machines and sounding sometimes like a rainforest.

    • português

      O artista de som Francisco López muitas vezes sublinhou a importância de ouvir: “Eu acredito que o ato mais fundamental de composição ou criação está ouvindo”, é uma das principais afirmações. Enquanto um trabalho eletroacústico elabora seu próprio material de som, seus trabalhos são principalmente enraizados em gravações de campo. No entanto, isso não tem nada a ver com a documentação ou a representação de paisagem sonora. Mesmo que, muitas vezes, possamos reconhecer as origens dos sons, López visa uma imersão no próprio som. Assim, ouvir sua música significa trabalhar constantemente com a diferença entre o som como sinal e o som como uma entidade autônoma, entre o som como uma dimensão e o som do ambiente como material artístico. Esta lacuna gera formas particulares de subjetivação que este artigo irá explorar. Este artigo tomará como exemplo um trabalho de som onde Francisco López usa gravações feitas em edifícios de Nova York, tornando audible uma cidade feita por máquinas misteriosas e soando às vezes como uma floresta tropical.


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