This article is intended to analyze the first years of artistic production by Julio Le Parc (1928‐) in French, covering works created from the start of his residence (1958) and his activities’ political consolidation as of the exhibition Amérique Latine Non Officielle (1970). Hence, it is expected to demonstrate how the coexistence between kinetics, perceptive experimentation and playful interaction in the GRAV (Groupe de Recherche d'Art Visuel, 1960‐1968), not only prepared the ground for the artist’s international acknowledgement (obtained by means of the Venice Biennial award in 1966), but also created conditions for an exercise of political functionalization of art as a complaint instrument (in European soil) of the oppressed peoples resistance, especially the Latin American.
Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar os primeiros anos da produção artística de Julio Le Parc (1928-) em solo francês, abarcando as obras elaboradas entre o início de sua residência (1958) e a consolidação política de suas atividades, a partir da exposição Amérique Latine Non Officielle (1970). Desse modo, espera-se demonstrar como a coexistência entre cinetismo, experimentação perceptiva e interação lúdica no GRAV (Groupe de Recherche d’Art Visuel, 1960-1968), não só preparou o terreno para a consagração internacional do artista (alcançada com o prêmio na Bienal de Veneza em 1966), como criou as condições para um exercício de funcionalização política da arte como instrumento de denúncia (em solo europeu) da luta dos povos oprimidos, especialmente os latino-americanos.
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