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Retórica aristotélica y semiótica: convergencias

  • Autores: Esther Lydia Paglialunga
  • Localización: Classica: Revista Brasileira de Estudos Clássicos, ISSN 0103-4316, ISSN-e 2176-6436, Vol. 7-8, Nº. 1, 1994-1995, págs. 329-335
  • Idioma: español
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  • Resumen
    • Partindo de uma via dupla de indagação, representada respectivamente pela retórica aristotélica e pela semiótica greimasiana, percebemos uma série de convergências que nos autorizam a revalorizar a obra aristotélica. Entre as convergências mais notáveis está a coincidência entre a concepção das denominadas provas patéticas ou "paixões" e a estrutura modal da manipulação da semiótica de Greimas. No presente artigo concentramo-nos em outros aspectos da convergência: 1) o estabelecimento da sintaxe actancial da enunciação, ou seja, da existência de três actantes: um Enunciador, encarregado do fazer persuasivo; um Enunciatário,sujeito do fazer interpretativo, e um actante-objeto, sobre quem repousa a crença; 2) a competência de ambos os sujeitos e a relação de credibilidade e "credulidade" estabelecida entre eles. Na competência do sujeito crível observa-se a necessidade de "ocultar" o domínio técnico da palavra, para não gerar desconfiança.


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