Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


El paisaje en sus mapas

    1. [1] Universidad de Alcalá

      Universidad de Alcalá

      Alcalá de Henares, España

    2. [2] Universidad Complutense de Madrid

      Universidad Complutense de Madrid

      Madrid, España

    3. [3] Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha
  • Localización: Memorias de la Real Sociedad Española de Historia Natural, ISSN 1132-0869, Tomo 14, 2017 (Ejemplar dedicado a: Los mapas de la Naturaleza), ISBN 978-84-697-4765-0, págs. 289-316
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • The landscapes and its maps
    • A paisagem e os seus mapas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El paisaje es una mezcla de factores naturales y antrópicos en un espacio dado y es el resultado de complejas interacciones de procesos geológicos (territorio), biológicos (ecosistema) y humanos (visuales y percibidos), como pone de manifiesto la definición de Paisaje del “Convenio Europeo sobre el Paisaje”. Tiene, pues, tres parámetros principales:

      territorio, percepción y valoración. Cada uno de estos parámetros tiene un amplísimo campo de variabilidad y subjetividad, en el que cada persona, cada colectivo y cada rama del conocimiento puede priorizar unos parámetros sobre los otros. Además, en el concepto de “paisaje” se suelen incorporar, de manera más o menos intangible, componentes culturales que tienen poca visibilidad. Las diferentes aproximaciones al estudio del paisaje se pueden sintetizar en cuatro tipos de paisaje: fisiográfico, ecológico, visual y percibido. La mayoría de las cartografías del paisaje se basan una clasificación taxonómica que suelen incluir diferentes niveles de organización de sus elementos. No existe, sin embargo, una nomenclatura unificada en relación a las unidades del paisaje y se han empleado una diversidad de términos, con algunos elementos comunes entre diferentes cartografías. En España no existen series cartográficas que recojan con detalle los conocimientos del paisaje de amplias extensiones del territorio. A pesar de ello se han editado y publicado multitud de mapas de paisaje tanto en papel, como en formatos digitales. El Ministerio de Medio Ambiente y todas las Comunidades Autónomas disponen de información institucional de acceso abierto en línea y libre a materiales y mapas sobre Paisaje que se comentan en este trabajo.

    • English

      Landscape, as suggested by the “European Landscape Convention”, is a combination of natural and/or human factors on a given area, being the result of complex interactions along time of geological (territory), biological (ecosystems) and human (visual and perceived) pro- cesses. Thus, it has three main parameters: territory (area), perception and valuation. Each of these parameters has a very wide field of variability and subjectivity, in which each person, group or branch of knowledge can prioritize some parameters over the others. In addition, more or less intangible cultural components, not clearly visible on the territory, are usually incorporated in the “landscape” concept. The different approaches to landscape mapping can be summarized in four types: Physiographic, Landscape Ecology, Visual Landscape and Perceived Landscape. Most of the landscape maps presents a taxonomic classification that usually includes different levels of organization of their elements. There is a lack, however, of a unified terminology in relation to landscape units, and a variety of terms have been used for them, with some common elements among different mapping approaches. In Spain, there is a lack of official cartographic series that map in detail the landscapes of large areas of the country. In spite of this, many landscape maps have been edited and published (both in paper and in digital formats), both by the Environment Ministry and all the Autonomous Communities.

      They have institutional, online, open access, and free information on landscape and landscape maps and mapping that are discussed in the paper.

    • português

      A paisagem é uma mistura de fatores naturais e antrópicos num dado espaço e é o resultado de interações complexas entre processos geológicos (território), biológicos (ecossistema) e humanos (visuais e percebidos), tal como se encontra evidenciado na definição de Paisagem do “Convénio Europeu sobre a Paisagem”. Tem, pois, três parâmetros principais:

      território, perceção e valorização. Cada um destes parâmetros tem um amplíssimo campo de variabilidade e subjetividade, no qual cada pessoa, cada coletivo e cada ramo do conheci- mento pode priorizar uns parâmetros sobre os outros. De igual modo, no conceito de “pai- sagem” podem-se incorporar, de maneira mais ou menos intangível, componentes culturais que têm pouca visibilidade. As diferentes aproximações ao estudo da paisagem podem-se sintetizar em quatro tipos de paisagem: fisiográfico, ecológico, visual e percebido. A maioria das cartografias da paisagem baseiam-se numa classificação taxonómica que pode incluir diferentes níveis de organização dos seus elementos. Não existe, todavia, uma nomenclatura unificada em relação às unidades da paisagem e têm-se vindo a utilizar uma diversidade de termos, com alguns elementos comuns entre diferentes cartografias. Em Espanha não exis- tem séries cartográficas que recolham com detalhe os conhecimentos da paisagem de amplas extensões do território. Apesar disso, têm-se editado e publicado uma multitude de mapas de paisagem, tanto em papel, como em formatos digitais. O Ministério do Meio Ambiente e todas as Comunidades Autónomas dispõem de informação institucional de acesso aberto online, livre para materiais e mapas sobre Paisagem, os quais são comentados neste trabalho.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno