Este artigo pretende evidenciar o carácter incontornável das listas de Recenseamento Eleitoral para o estudo da História Política e da História Social.
Analisa o suporte legislativo que lhes deu origem no período em análise, as condições da sua elaboração, as diversidades que encerra, fragilidades e méritos do conjunto documental. Referenciando, de forma exemplificativa, alguns resultados de trabalhos de investigação já realizados, tendo por base os Livros de Recenseamento Eleitoral, procura evidenciar as potencialidades desta fonte para o estudo das elites.
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