O protagonismo relacionado ao reconhecimento e proteção do patrimônio cultural localizado no estado de Santa Catarina sofreu mudanças ao longo do tempo com o surgimento de novos interesses e atores, especialmente no âmbito estatal. As primeiras ações remontam ao ano de 1938 e abrangeram iniciativas e objetivos relacionados ao governo federal. O executivo estadual passou a efetivamente reconhecer e proteger bens culturais a partir do início da década de 1980, sendo que, na primeira década do século XXI, há o surgimento da atuação do poder legislativo estadual nessa área. O artigo procura abordar as peculiaridades das atuações dos diversos atores governamentais que se envolveram com a salvaguarda de bens culturais em Santa Catarina, destacando a análise da inserção da Assembleia Legislativa Estadual e procurando dessa maneira identificar interesses, estratégias, relacionamentos e formas de agir, levantando questões sobre o campo do patrimônio cultural no estado.
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