O artigo discute, a luz do institucionalismo histórico, as bases legais para guarda e pesquisa de acervos arqueológicos e os diferentes agentes que operam com esse aparato normativo. O objetivo é demonstrar como os agentes transitórios dessa relação tem mais poder de decisão que aqueles permanentes, bem como essa condição de controle do processo cria certa dificuldade na gestão dos acervos arqueológicos. Num segundo instante, a discussão se amplia, demonstrando como os atores dos campos da arqueologia e da museologia tem se organizado no sentido de questionar e buscar alternativas para correção dos rumos que relacionados a guarda e pesquisa dos acervos arqueológicos, pelo interesse da sociedade.
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