A partir da cobertura sobre o caso da médica Vírgínia Soares de Souza em dois portais noticiosos, este texto busca refletir sobre a prática jornalística e as ofertas informativas alidado a circulação dessas notícias. Considera as publicações sobre o caso em dois momentos: a revelação da denúncia (prisão da médica) e a absolvição da suspeita (decisão judicial em primeira instância). Entre as questões debatidas, está a pluralidade jornalística apresentada nas publicações, capcidade do jornalismo em explicar a complexidade do caso e as reações/interações dos internautas com o conteúdo publicado pelos portais G1 Paraná e Folha de S. Paulo. A partir da cobertura sobre o caso da médica Vírgínia Soares de Souza em dois portais noticiosos, este texto busca refletir sobre a prática jornalística e as ofertas informativas alidado a circulação dessas notícias. Considera as publicações sobre o caso em dois momentos: a revelação da denúncia (prisão da médica) e a absolvição da suspeita (decisão judicial em primeira instância). Entre as questões debatidas, está a pluralidade jornalística apresentada nas publicações, capcidade do jornalismo em explicar a complexidade do caso e as reações/interações dos internautas com o conteúdo publicado pelos portais G1 Paraná e Folha de S. Paulo.
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