Ulysses (1922), de James Joyce, é considerada uma obra especialmente desafiadora para os tradutores, tendo em vista a variedade de estilos, técnicas narrativas e jogos de palavras empregada pelo autor. As três traduções brasileiras até o momento publicadas, de Antônio Houaiss, Bernardina da Silveira Pinheiro e Caetano Galindo, ilustram a diversidade de caminhos que o trabalho tradutório pode empreender, com diferentes ênfases em valores como literalidade, reprodução dos procedimentos formais e inteligibilidade pelo leitor, o que o cotejo de fragmentos dessas traduções aqui empreendido permitirá entrever.
Ulysses (1922), by James Joyce, is considered a particularly challenging work for translators, given the variety of styles, narrative techniques, and word games employed by the author. The three Brazilian translations so far published by Antônio Houaiss, Bernardina da Silveira Pinheiro, and Caetano Galindo illustrate the diversity of ways translation work can undertake, with different emphasis on values such as literality, reproduction of formal procedures and intelligibility by the reader, which the comparison of fragments of these translations undertaken here will allow us to glimpse.
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