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Axel Honneth e a virada afetiva na teoria crítica

  • Autores: Filipe Barreto Campello de Melo
  • Localización: Conjectura: filosofia e educação, ISSN 0103-1457, Vol. 22, Nº. Extra 0, 2017 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Estudo das Emoções - intersecções entre ciência e filosofia), págs. 104-126
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Axel Honneth y el giro afectivo en la teoria critica
    • Axel Honneth and the affective turn in critical theory
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      lo largo de las últimas dos décadas, la amplia y debatida propuesta teórica desarrollada por Axel Honneth sugiere un modelo de racionalidad que, sin embargo, permanece en gran medida todavía implícito.

      En el presente artículo, propongo que el enfoque de Honneth sugiere que podemos comprenderlo como una virada afectiva en la teoría crítica. Por eso, desarrollo mi exposición en cuatro pasos. En el primero, presento como la categoría de reconocimiento, a partir del sentido adoptado por Honneth de una “trascendencia-inmanencia” de una teoría social, se muestra como una crítica a los padrones de racionalidad (1). Esto es, como este sentido se constituye a partir de los límites de articulación comunicativas del sufrimiento, en un particular entrecruzamiento entre padrones de racionalidad y patologías sociales. En una segunda etapa, discuto como un enfoque del vínculo entre afectos y teoría social es desarrollado en Lucha por reconocimiento (2), y, en seguida, como él se distingue del sentido de contenidos afectivos de las prácticas sociales en El derecho de la libertad (3).

      Si, en Lucha por reconocimiento, una concepción de afectos parece ser más clara a partir del vínculo desarrollado entre teoría social y teoría de la subjetividad, intentaré mostrar que en El derecho de la libertad ese contenido afectivo se presenta de un modo más plausible en el ámbito de una teoría de las instituciones, disociada de fuertes premisas antropológicas. Concluyo mencionando de forma todavía más programática como el potencial de crítica y el conflicto, presente en las intuiciones originales de Honneth, podría mantenerse en las reflexiones del contenido afectivo de la práctica social (4).

    • English

      Over the last two decades, Axel Honneth’s widely acclaimed theoretical proposal suggests a model of rationality that, however, remains largely implicit. In this paper, I propose that Honneth’s approach suggests what we can understand as an affective turn in critical theory. To do so, I unfold my exposition in four steps. First, I present how the category of recognition, proposed by Honneth in the sense of “transcendenceimmanence” of a social theory, it is shown as a critique of rationality patterns.

      (1) That is, as this meaning is constituted from the limits of communicative articulation of suffering, in a particular link between patterns of rationality and social pathologies. In a second step, I discuss how an approach of the bond between affects and social theory is unfolded in The struggle for recognition (2), and then how it distinguishes itself from the sense of affective contents of social práxis in The right of freedom (3). If, in The struggle for recognition, a conception of affects seems to be clearer from the link between social theory and subjectivity theory, I will try to show that in The Right of Freedom, this affective content presents itself in a more plausible way within a theory of institutions, dissociated from strong anthropological premises. I conclude by mentioning in a programmatic way how the potential of criticism and conflict, present in the original intuitions of Honneth, could be maintained in the analysis of the affective content of social práxis (4).

    • português

      Ao longo das últimas duas décadas, a amplamente repercutida proposta teórica desenvolvida por Axel Honneth sugere um modelo de racionalidade que, contudo, permanece em larga medida ainda implícito. No presente artigo, proponho que a abordagem de Honneth sugere o que podemos entender como uma virada afetiva na teoria crítica. Para tanto, desdobro minha exposição em quatro passos. Primeiramente, apresento como a categoria do reconhecimento, a partir do sentido adotado por Honneth de uma “transcendência-imanência” da teoria social, mostra-se como uma crítica aos padrões de racionalidade (1). Isto é, como este sentido constitui-se a partir dos limites de articulação comunicativas do sofrimento, em um particular entrecruzamento entre padrões de racionalidade e patologias sociais. Em um segundo passo, discuto como uma abordagem do vínculo entre afetos e teoria social é desdobrado em Luta por Reconhecimento (2), e, em seguida, como ela se distingue do sentido de conteúdos afetivos das práxis sociais em O Direito da liberdade (3). Se, em Luta por reconhecimento, uma concepção de afetos parece ser mais clara a partir do vínculo desenvolvido entre teoria social e teoria da subjetividade, procurarei mostrar que em O direito da liberdade esse conteúdo afetivo se apresenta de uma maneira mais plausível no âmbito de uma teoria das instituições, dissociada de fortes premissas antropológicas. Concluo mencionando de forma ainda programática como o potencial de crítica e conflito, presente nas intuições originais de Honneth, poderia se manter na análise do conteúdo afetivo da práxis social (4).


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