Apparemment, la sémiotique narrative et discursive proposé par Greimas et autres collaborateurs a, au-delà de sa vocation théorique, tendence d’être testée dans applications analytiques dans les plus variés types de discours et systémes de signification. Depuis les premiers études de divulgation scientifique, ça peut être verifié : dans Introduction à la sémiotique narrative et discursive, par J. Courtés, il y a des analyses des contes de fé, plus precisement, du Cendrillon ; dans Sémiotique de la narrative, par N. Everaert-Desmedt, il y a des analyses des Labyrinthes de Miroirs et Trains Fantômes des parcs d’attactions. Or, cette vocation, dans l’étude des arts plastiques, sans aucun doute, est-elle bien representé par Jean-Marie Floch, l’un de ses plus créatifs représentants ; Floch est connu par ses applications de la sémiotique dans les études de cinema, du théatre, de la peinture, de la photographie, de la bande desinée, de l’architecture, du discours publicitaire, etc. En que concerne l’analyse de l’esculpture, comparée à l’analyse des autres systémes de signification, peu a été dit. Ainsi, avec l’objectif de combler ces lacunes, ce travail veut appliquer la sémiotique à l’analyse de l’esculpture dans deux fronts différents: l’esculpture en tant que texte ; l’esculpture en tant que objet de valeur.
Ao que tudo indica, a semiótica narrativa e discursiva proposta por Greimas e colaboradores tem, além de sua vocação teórica, tendência de ser testada em aplicações analíticas nos mais variados tipos de discurso e sistemas de significação. Desde os primeiros trabalhos de divulgação científica, isso está presente: em Introdução à semiótica narrativa e discursiva, de J. Courtés – tradução para o Português de 1979 –, há análises do conto de fadas da Cinderela; em Semiótica da narrativa, de N. Everaert-Desmedt – tradução para o Português de 1984 –, há análises dos Labirintos de Espelhos e Trens Fantasmas dos parques de diversões. Ora, essa vocação, na análise das artes plásticas, certamente tem em Jean-Marie Floch um de seus mais criativos representantes; Floch é célebre por suas aplicações da semiótica no estudo do cinema, do teatro, da pintura, da fotografia, da história em quadrinhos, da arquitetura, do discurso publicitário. Quanto à análise da escultura, comparada à análise dos demais sistemas de significação, pouco foi dito. Desse modo, buscando preencher essas lacunas, nosso trabalho vai ao encontro da aplicação da semiótica à análise da escultura em duas frentes: a escultura enquanto texto; a escultura enquanto objeto de valor.
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