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Aristóteles e Kant: paralelismos na relação entre Ética, Direito, Justiça e Hermenêutica

  • Autores: Daniel Oitaven Pamponet Miguel
  • Localización: Revista de Estudos Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito (RECHTD), ISSN-e 2175-2168, Vol. 9, Nº. 3, 2017 (Ejemplar dedicado a: Setembro/Dezembro), págs. 262-275
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Aristotle and Kant: Parallelisms on Ethics, Law, Justice and Hermeneutics
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This work aims to compare Aristotelian and Kantian traditions on the relationship between ethics, law, justice and hermeneutics. This research is theoretical, qualitative and uses bibliographic content analysis as a methodological procedure. Its main premise, inspired by Adela Cortina and A.W. Müller, is the following: Aristotle and Kant’s philosophies display a combination between deontological and teleological elements. The writing assumes a problem-type imaginary situation conceived by Julio de Almeida as a methodological device used in the test of the following hypotheses: (1) Kant’s philosophy, just like Aristotle’s, displays a hermeneutic sense of situational appropriateness and a moral justification of law; and (2) there is a functional parallelism between Aristotle’s notion of friendship and Kant’s categorical imperative. We concluded our working hypotheses were confirmed.

    • português

      Este trabalho objetiva estabelecer uma comparação entre as tradições aristotélica e kantiana no que concerne à relação entre ética, direito, justiça e hermenêutica. A pesquisa é teórica, qualitativa e utiliza o procedimento metodológico da análise de conteúdo bibliográfico. Assume-se, com inspiração em Adela Cortina e A.W. Müller, como premissa fundamental de nosso referencial teórico a existência de um momento deontológico-teleológico tanto em Aristóteles quanto em Kant. O trabalho utiliza uma situação-problema imaginária concebida por Julio de Almeida como expediente metodológico para o teste das seguintes hipóteses: (1) Kant, tal qual Aristóteles, trabalha com uma perspectiva hermenêutica de adequação situacional e fundamenta o direito na moral; e (2) há um paralelismo funcional entre as noções aristotélica de amizade e kantiana de imperativo categórico. Concluímos pela confirmação de ambas as hipóteses de trabalho.


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