The purpose of this article is to discuss how perversion is hosted in communication practices as a circuit of culture in representations and reverberations that are naturalized in the daily lives of anonymous people. To justify this hypothesis, the research has as empirical objects the photograph of the dead Syrian boy, Aylan Kurdi, in 2015 after shipwreck in the Mediterranean and the cartoon produced by the parisian newspaper Charlie Hebdo. Thus, ordinary people were approached in Paris to confirm the intention that perversion is found as an aesthetic experience in the circuit of representational culture.
A proposta desse artigo é de discorrer como a perversão se aloja em práticas da comunicação enquanto um circuito de cultura em representações e reverberações que se encontram naturalizadas no cotidiano de pessoas anônimas. Para inferir essa hipótese, a pesquisa tem como objetos empíricos a fotografia do menino sírio morto, Aylan Kurdi, em 2015 após naufrágio no Mediterrâneo e a charge produzida pelo jornal parisiense Charlie Hebdo. Assim, foram abordadas pessoas comuns em Paris para confirmar a intenção de que a perversão encontra-se como uma experiência estética no circuito da cultura de representações.
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