Neste ensaio sobre a narrativa de José Maria Eça de Queirós (1845 - 1900), mais especificamente sobre três romances, a saber, O Mistério da Estrada de Sintra (1870), Os Maias (1888) e A Tragédia da Rua das Flores (1980), intentamos mostrar e demonstrar um procedimento estilístico, no qual o signo gestual vale tanto quanto o verbal.A partir de amostragens textuais dos supraditos romances, propomo-nos a decodificar a significação do corpo e da voz na apresentação e na composição das personagens queirosianas.
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